Alexandre de Moraes e censura, tudo a ver

No Google, ministro do Supremo Tribunal Federal também é associado à "advogado do PCC"
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

No Google, ministro do Supremo Tribunal Federal também é associado a “advogado do PCC”

alexandre de moraes
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes
Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Depois de Alexandre de Moraes determinar o bloqueio de perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro no Twitter, Facebook e Instagram, aumentou no Google a curiosidade pelo nome do juiz. Além disso, cresceram 1.150% na plataforma as buscas que relacionam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) à palavra “censura”.

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Em nota, o Twitter explicou que 17 contas foram desativadas porque a empresa se viu obrigada a cumprir determinação judicial do STF. “O Twitter agiu estritamente em cumprimento a uma ordem legal proveniente de inquérito da Suprema Corte”, informou a empresa.

Monitoramento Oeste

Na sexta-feira 24, numa escala de 0 a 100 que o Google utiliza para mensurar o interesse dos internautas, Alexandre de Moraes obteve 100 pontos em comparação com os oito registrados no início da semana. Rio de Janeiro, Acre e Distrito Federal foram os locais de onde partiu a maior quantidade de buscas pelo nome do magistrado.

Desde o início de 2020, é a terceira vez que cresce o interesse por Moraes, pouco procurado na internet até então. O primeiro pico foi atingido em 26 de abril, quando ele deu prazo à Polícia Federal para ouvir Abraham Weintraub, então ministro da Educação, pela fala sobre “os vagabundos do STF”.

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O juiz alcançou o topo novamente um mês depois, ao autorizar mandados de busca e apreensão contra aliados de Bolsonaro. O terceiro pico foi registrado ontem.

Além da palavra “censura”, pesquisas também o associam à imagem de “advogado do PCC” (crescimento de 250%) e ao “PSDB” (aumento de 300%). Isso porque, quando assumiu a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo no governo Alckmin, Moraes foi acusado de trabalhar para o crime organizado.

Quer saber o que há por trás da Suprema Corte? Leia o artigo de J. R. Guzzo “A verdade sobre o STF”, publicado na edição n° 18 da Revista Oeste

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10 comentários Ver comentários

    1. Não entendi!!! Cancelar o STF como assim? Isto não é constitucional. Temos que preservar o “estado democrático de direito”. Como? Nossa conversa é com o Congresso, este que vem sobrevivendo às custas desta epidemia chamada Brasil, de brasileiros que hoje estacionaram em seu projeto de afastar a corrupção endêmica que assola este país aparelhado. Em 2013 fizemos como JK, 50 anos em 5, já em 2.018 acabando com o conluio pernóstico e genocida entre os 3 poderes, cuja constitituição nada ortodoxa, mas comunista de 88, possibilitou. Temos que acabar nosso projeto, convocando para uma conversa final o congresso que nos trai, ao não aplicar a PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA E O FIM DO FORO PRIVILEGIADO. O nosso compromisso com a Nação, único, é este, de resgatar o país para as novas gerações de brasileirinhos, das mãos de quem se atreveu a dele tomar conta, mas em 35 anos demonstrou incompetência, se não pura má fé no trato da coisa pública.

  1. Não se pode esperar encontrar uma agulha num palheiro ainda mais no escuro.
    De ex-advogados de sindicatos, de partidos de esquerda, de facções criminosas, prepotentes, irresponsáveis e mau-caráter o suficiente para irem ao órgão supremo de nossa Justiça, sem a qualificação e experiência necessária, como seria corretamente auto identificado pelo cidadão, podemos esperar o quê desses declarados limitados e presunçosos aproveitadores?

    1. Houve muito interesse também por dias toffolli após Odebrecht relatar o.ministro que teria recebido propina. A imprensa abafou o fato. Por que? Bom, mas tem muita coisa que deverá aparecer por estes dias. Sobretudo sobre membros do STF. Quando o.interedse cresce, simplesmente aparece.

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