Americanos não usam nem metade do dinheiro do ‘coronavoucher’ de lá

De acordo com estudo de três economistas um terço dos recursos foi guardado para emergências.
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Coronavoucher americano não saiu como o planejado | Foto: Domínio Público/Pixabay
Coronavoucher americano não saiu como o planejado | Foto: Domínio Público/Pixabay | coronavoucher, estados unidos, stimulus check, estímulo econômico

De acordo com estudo de três economistas, um terço dos recursos foi guardado para emergências

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Coronavoucher americano não saiu como o planejado | Foto: Domínio Público/Pixabay
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Assim como aconteceu no Brasil, os Estados Unidos também criaram um coronavoucher — que lá foi chamado de “cheque de estímulo” — para contribuintes que ganhavam menos de US$ 99 mil por ano (US$ 198 mil no caso de casais).

Cada família recebia US$ 1,2 mil, mais US$ 500 por filho.

O objetivo principal do governo era aumentar o poder de consumo da população e aquecer a economia, que encolheu 9,5% no segundo trimestre.

Não deu certo.

Um estudo realizado por três economistas com dados da Nielsen mostra que apenas 42% do dinheiro distribuído pelo governo foi gasto. Outros 31% foram utilizados para pagamentos de dívidas. E 27% foram guardados para emergência.

O levantamento também mostra uma variação interessante entre as famílias. Enquanto 30% já gastaram todo o dinheiro, 40% não usaram nada.

As famílias mais pobres usaram mais os recursos, com a compra de alimentos e itens essenciais. Lares maiores também gastaram mais.

O estudo pode servir de base para a liberação pelo Congresso americano para um segundo pacote de estímulo.

Os republicanos querem que qualquer apoio subsequente seja menor e mais direcionado. Os democratas desejam gastar mais. Os republicanos alertam que pagamentos generosos são um desincentivo ao trabalho. Os democratas discordam.

Com informações da The Economist

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