Balanços positivos ajudam a tirar bolsas europeias do ‘despenhadeiro’

Apesar de continuarem em baixa devido à segunda onda de coronavírus, resultados do HSBC, Santander e BP foram melhores que o esperado
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Bons resultados da British Petroleum ajudaram bolsas europeias a não caírem tanto | Foto: Mike Mozart/Flickr
Bons resultados da British Petroleum ajudaram bolsas europeias a não caírem tanto | Foto: Mike Mozart/Flickr | mercado financeiro, balanços, santander, hsbc, british petroleum, europa, segunda onda, coronavírus, vacina de oxford, aztrazeneca, eleições americanas 2020, pesquisas donald trump, joe biden, cielo, copom, selic

Apesar de continuarem em baixa devido à segunda onda de coronavírus, resultados do HSBC, Santander e BP foram melhores que os esperados

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Bons resultados da British Petroleum ajudaram bolsas europeias a não cair tanto
Foto: Mike Mozart/Flickr
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Os mercados europeus operam em baixa na manhã desta terça-feira, 27. Contudo, balanços positivos do HSBC, do Santander e da British Petroleum (BP), que vieram com resultados melhores que os esperados, fazem com que as bolsas caiam menos, ainda que a preocupação com a segunda onda de coronavírus continue forte no continente.

Nos Estados Unidos, as boas notícias sobre a vacina em desenvolvimento pela Universidade de Oxford, com a AstraZeneca, fazem Wall Street recuperar-se de sua maior queda depois de 30 dias.

Ainda há nervosismo com relação às eleições por lá, já que nas pesquisas Donald Trump encostou no democrata Joe Biden e tudo leva a crer que o pleito deve mesmo ser levado para os tribunais.

No Brasil, hoje é dia de conhecer os resultados de Santander e Cielo, que já animavam os investidores de antemão na segunda-feira 26.

Também começa hoje a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que deve ser finalizada na quarta-feira 28. O mercado espera a manutenção da taxa básica de juros em 2%, a mais baixa da história, mas com elevação da cautela, devido ao aumento do risco fiscal no país. Isso porque a dívida pública está bastante alta por causa do surto de covid-19 e ainda restam dúvidas se o governo conseguirá mesmo cumprir o teto de gastos — embora o ministro da Economia, Paulo Guedes, já tenha dito que respeitá-lo é premissa de sua pasta.

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1 comentário

  1. Já que se gastou tanto com a Covid-19 neste ano, poderíamos ser poupados desta eleição, que, só de Fundo Eleitoral, consumirá 2 BILHÕES DE REAIS. A eleição poderia ter sido adiada para 2022, para acabar de vez com esta FARRA DE ELEIÇÕES a cada 2 anos, que só favorece políticos e partidos políticos.

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