Banco do Brasil devolverá 19 de 35 edifícios de escritórios no país

Banco do Brasil vai manter mais de 30 mil trabalhadores em home office e gerar uma economia de R$ 185 milhões por ano com aluguéis.
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Banco do Brasil deve devolver 19 de 35 prédios alugados, mas nenhum é de agência | Foto: Marcos Elias de Oliveira Júnior/Wikimedia Commons
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Instituição vai manter mais de 30 mil trabalhadores em home office e gerar economia de R$ 185 milhões por ano com aluguéis

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Banco do Brasil deve devolver 19 de 35 prédios alugados, mas nenhum é de agência | Foto: Marcos Elias de Oliveira Júnior/Wikimedia Commons

Depois de resistir por anos ao home office, o Banco do Brasil teve de mudar de atitude.

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No início de 2020, antes do início da pandemia de coronavírus, a instituição tinha 257 de seus 93 mil trabalhadores trabalhando de casa (menos de 0,3%).

Desde março, o banco colocou 32 mil funcionários para trabalhar de forma remota.

Agora, essa experiência em larga escala vai se traduzir em uma economia de R$ 1,7 bilhão em 12 anos, com a devolução de 19 de um total de 35 edifícios de escritórios que o BB hoje ocupa em sete Estados e no Distrito Federal.

De acordo com o vice-presidente corporativo do BB, Mauro Ribeiro Neto, o programa apelidado de Flexy, que previa a modernização dos escritórios da instituição, era estruturado desde 2019, mas ganhou novo significado e velocidade durante a pandemia.

A avaliação foi de que os resultados foram positivos e deixaram a proposta de transformação de espaços corporativos ainda mais ousada.

Do total de 5 milhões de metros quadrados de área alugada do banco, 750 mil metros incluem escritórios de maior porte em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, além do Distrito Federal.

Com a aposta de longo prazo no teletrabalho, 38% desses espaços, ou 290 mil metros quadrados, serão devolvidos, segundo o executivo.

Restarão 16 grandes edifícios corporativos.

“Vamos nos concentrar nas lajes de maior porte, que permitem uma aplicação maior do escritório de conceito aberto”, explica Ribeiro Neto.

Por trás da mudança de perfil dos escritórios, que vai custar um total de R$ 500 milhões e deverá ser iniciada este ano e concluída em 2022, está também uma meta de economia: entre cortes de custos com aluguéis e manutenção, o BB prevê uma redução de gastos anual na casa de R$ 185 milhões.

Em 12 anos, já descontados os valores gastos com a reforma, a economia não será nada desprezível: R$ 1,7 bilhão.

Muitas empresas estão buscando espaços mais flexíveis para o período pós-pandemia, uma vez que ficou claro que o home office é uma possibilidade a ser considerada.

No BB, cerca de 30% dos trabalhadores — ou mais de 30 mil pessoas — vão continuar a atuar parcialmente de casa mesmo depois que a pandemia estiver controlada.

“A medição de produtividade por permanência no escritório é coisa do passado. Precisamos deixar isso para trás”, diz o vice-presidente do banco.

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