Bolsa de valores fecha ano acima da expectativa e com recorde de estreias

B3 recupera perdas do início da pandemia e encerra 2020 com seu principal índice próximo dos 120 mil pontos
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Risco de calote mexeu com os ânimos dos mercados pelo mundo | Foto: Divulgação
Risco de calote mexeu com os ânimos dos mercados pelo mundo | Foto: Divulgação

B3, a bolsa de valores do Brasil, recupera perdas do início da pandemia e encerra 2020 com seu principal índice próximo dos 120 mil pontos

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Foto: Divulgação

A Bolsa de Valores do Brasil superou os resultados negativos registrados no início da pandemia da covid-19 no país e chegou ao fim do ano superando expectativas. Apesar da queda no último pregão de 2020, o Ibovespa, principal índice da B3, chegará ao ano novo perto dos 120 mil pontos e próximo de superar seu recorde histórico.

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No começo do ano, o Ibovespa apresentou bons números. Nesse sentido, alcançou no dia 23 de janeiro o que até hoje é a maior pontuação de fechamento ao longo de sua história: 119.527 pontos. Patamar que chegou perto de ser superado nesta última semana de 2020. Afinal, na manhã de quarta-feira, 30, o índice alcançou 120.149 pontos, mas recuou ao longo do dia e fechou o ano em 119.017.

Abaixo dos 120 mil pontos, mas acima de expectativas definidas ao decorrer dos últimos meses por especialistas do mercado financeiro. Com consecutivas quedas no início do estado de calamidade pública no Brasil, a bolsa de valores chegou a operar aquém dos 100 mil pontos. Diante dos primeiros sinais de recuperação, a consultoria XP projetou que o Ibovespa chegaria ao fim de 2020 na casa dos 115 mil pontos.

Recorde de IPOs

Se o recorde na pontuação do Ibovespa passou perto de ocorrer no fim de 2020, ele se concretizou no quesito de empresas estreantes no mercado de ações do país. Foram 30 IPOs (sigla em inglês para se referir a oferta inicial de ações) até a primeira quinzena de novembro, conforme listado pela própria B3. Juntas, tais operações levantaram mais de R$ 30 bilhões. Em 2019, por exemplo, foram somente cinco IPOs, com captação inferior a R$ 10 bilhões no total. Dessa forma, 2020 foi de recorde — positivo — para a bolsa de valores do Brasil.

Leia também: “2021: reformar ou quebrar”, artigo do economista Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 40 da Revista Oeste.

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