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Bolsonaro anuncia isenção do imposto federal sobre óleo diesel

Decisão será válida pelos próximos dois meses
Registro de 2018, quando diesel chegou a custar R$ 3,99 no DF
Registro de 2018, quando diesel chegou a custar R$ 3,99 no DF | Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a transmissão on-line que realizou na noite desta quinta-feira, 18, para divulgar decisões de seu governo em relação à taxação de combustíveis. Em relação ao óleo diesel, que é popular entre caminhões, afirmou que taxação por parte da União será zerada pelo menos no próximo bimestre.

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“Não haverá imposto federal em cima do diesel por dois meses”, anunciou Bolsonaro durante a live em que esteve acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. A decisão sobre a taxação foi, no entanto definida em conjunto com outro integrante do governo federal. Afinal, ele admitiu que a decisão foi feita em reuniões feitas com a equipe econômica, que é conduzida pelo ministro Paulo Guedes.

Bolsonaro sinalizou o interesse de zerar o imposto do governo federal sobre o óleo diesel por mais tempo. Nesse sentido, prometeu conversar com Guedes para definir alternativas que ajudem o setor —
ao mesmo tempo que não atrapalhe as contas públicas.

Gás de cozinha

O corte de impostos anunciado pelo presidente da República não ficou restrito ao óleo diesel. Na live, Bolsonaro enfatizou que a partir de 1º de março “não haverá mais qualquer tributo federal sobre o gás de cozinha”. Também definido com a chancela do ministro da Economia, esse corte será definitivo, prometeu o mandatário do país.

Mudanças na Petrobras?

Jair Bolsonaro aproveitou a transmissão desta noite para criticar a Petrobras, isso diante de sucessivos aumentos em combustíveis no Brasil. Definiu os últimos aumentos como “fora da curva”, mas salientou não interferir nas políticas de preços da empresa. No entanto, sem dar detalhes, adiantou que alguma coisa ocorrerá na petrolífera no “decorrer dos próximos dias”. Atualmente, a Petrobras é presidida pelo economista Roberto da Cunha Castello Branco.

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