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Economia

Brasil deve perder 1,2 mil milionários em 2025, aponta consultoria

País ocupa a 6ª posição no ranking global de êxodo de ricos pelo 2º ano consecutivo

O edifício Burj Khalifa, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos: prédio mais alto do mundo, com 828 metros de altura | Foto: Reprodução/Redes sociais
Emirados Árabes são o destino favorito dos milionários em 2025, segundo a projeção da Henley & Partners | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Brasil deve registrar a saída definitiva de 1,2 mil milionários em 2025, segundo projeção da consultoria Henley & Partners, especializada em residência e cidadania por investimento. O número representa um aumento de 50% em relação à estimativa de 800 milionários que deixaram o país em 2024. 

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Assim, o Brasil ocupa a 6ª posição no ranking global de êxodo de pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão pelo segundo ano consecutivo.

Brasil deve perder 1,2 mil milionários em 2025, aponta consultoria
Fonte: Reprodução/Poder360

Esses milionários buscam mais qualidade de vida, segurança e acesso a serviços de saúde e educação mais eficientes. Os Emirados Árabes Unidos são o destino preferido desse grupo, seguidos por Estados Unidos e Itália.

Reino Unido é 1º país europeu a liderar ranking de saída de milionários

Globalmente, o Reino Unido lidera o ranking de perdas de milionários em 2025, com previsão de saída de 16,5 mil, à frente de China, com saída de 7,8 mil, e Índia, de 3,5 mil. 

Brasil ocupa a 6ª posição no ranking global de êxodo de milionários pelo 2º ano consecutivo
Fonte: Reprodução/Poder360

“Pela primeira vez em uma década de monitoramento, um país europeu lidera o mundo em saídas”, afirmou Juerg Steffen, CEO da Henley & Partners. “Não se trata só de mudanças no regime tributário. Reflete uma percepção cada vez mais profunda entre os ricos de que as maiores oportunidades, liberdade e estabilidade estão em outro lugar.”

Além do Reino Unido, França, Espanha e Alemanha também devem registrar perdas inéditas de milionários neste ano. Em contrapartida, países como Suíça — que deve receber 3 mil milionários —, Itália, Portugal e Grécia devem atrair fluxos recordes. De acordo com a Henley & Partners, o cenário é “impulsionado por regimes fiscais favoráveis, apelo ao estilo de vida e programas ativos de migração de investimentos”.

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