Durante uma coletiva de imprensa para a apresentação dos resultados de 2024, na quarta-feira 26, o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, ressaltou a importância da instituição no sistema Pix. Segundo dados do Banco Central (BC), a Caixa responde por 25% das transações diárias, o que equivale a cerca de 47 milhões de operações.
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Em razão disso, Vieira disse que a segurança cibernética é uma das prioridades da instituição. Ele anunciou que, ainda em 2025, a Caixa planeja eliminar o uso de papel no crédito habitacional, como parte da transição para processos digitais.
Investimentos em tecnologia da Caixa Econômica
No ano passado, a instituição investiu R$ 2,2 bilhões em tecnologia. De acordo com Vieira, a medida vai proporcionar uma economia anual de 4,4 mil árvores.
Além disso, o presidente da Caixa mencionou melhorias, como a redução do tempo de aprovação de cartões de crédito para 5 minutos.
Pix por aproximação
O Pix, criado em outubro de 2020, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), facilitou as transações financeiras dos brasileiros. Agora, os consumidores poderão contar com mais uma facilidade.
Nesta semana, o BC divulgou um comunicado afirmando que os consumidores poderão efetuar pagamentos com o Pix por aproximação.
Assim como já ocorre com os cartões de crédito e débito, a nova funcionalidade vai permitir que os clientes façam transferências ao encostar o celular na máquina de cartão.

Além disso, os usuários poderão adicionar o Pix às carteiras digitais — como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay. Portanto, não haverá mais a necessidade de abrir o aplicativo da instituição financeira para concluir a transação.
Segundo o BC, a funcionalidade estará disponível inicialmente para usuários de dispositivos Android e produtos do Google que possuam conta em instituições participantes do Open Finance.
O limite máximo para cada transação será de R$ 500. Entretanto, o cliente poderá reduzir o valor ou definir um teto diário conforme sua preferência.
Leia também: “Banco do Brasil se prepara para o pior”, coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 257 da Revista Oeste








































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