O setor público consolidado, que engloba o governo central, Estados, municípios e empresas estatais, registrou uma despesa com juros nominais de R$ 1,08 trilhão no acumulado de 12 meses encerrado em março de 2026.
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O montante representa um avanço em comparação ao mesmo período de 2025, quando os encargos somavam R$ 935 bilhões. Em termos proporcionais, o gasto com a dívida saltou de 7,77% para 8,35% do Produto Interno Bruto (PIB) em um ano.
De acordo com as estatísticas fiscais divulgadas pelo Banco Central nesta quinta-feira, 30, o resultado mensal de março também apresentou pressão elevada. Apenas no mês, os juros nominais somaram R$ 118,9 bilhões, ante R$ 75,2 bilhões registrados em março do ano passado.

A autoridade monetária atribui essa variação ao maior número de dias úteis no mês, ao aumento do estoque da dívida líquida e ao resultado das operações de swap cambial, que geraram perda de R$ 6,5 bilhões no período atual.
Déficit nominal e endividamento no governo Lula 3
O déficit nominal alcançou R$ 1,21 trilhão no acumulado de 12 meses, atingindo 9,41% do PIB. O indicador apresentou uma elevação de 0,94 ponto porcentual em relação ao mês anterior. No campo primário, que desconsidera os juros, o setor público registrou déficit de R$ 80,7 bilhões em março, revertendo o superávit de R$ 3,6 bilhões de março de 2025.
| Indicador (Acum. 12 meses) | | Valor em Reais | | % do PIB |
| Déficit Nominal | R$ 1,21 trilhão | 9,41% |
| Juros Nominais | R$ 1,08 trilhão | 8,35% |
| Dívida Bruta | R$ 10,4 trilhões | 80,1% |
O endividamento público mantém trajetória ascendente. A Dívida Bruta do Governo Geral atingiu R$ 10,4 trilhões em março, o equivalente a 80,1% do PIB. No mês, o aumento foi de 0,9 ponto porcentual, impulsionado pela incorporação de juros nominais e emissões líquidas de títulos
Já a Dívida Líquida do Setor Público fechou o período em 66,8% do PIB, totalizando R$ 8,6 trilhões.
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Só lembrando que essa dívida teve como origem a farsa do pagamento da dívida externa no primeiro mandato do comunista cachaveiro, quando ele trocou uma dívida (em dólares) com juros baixos, por uma dívida impagável, a juros altíssimos, com os bancos brasileiros. O resultado, junto com a natural incompetência em administrar, está aí para quem quiser ver.