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Economia

Dívida bruta já subiu mais de R$ 1 trilhão no governo Lula

O atual governo foi responsável pela maior expansão nominal do endividamento do Brasil nos 14 meses

Lula
Governo Lula fez revisão da meta fiscal de 2025 | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) aumentou em R$ 1,077 trilhão nos primeiros 14 meses do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Chegou a R$ 8,3 trilhões em fevereiro de 2024, segundo dados do Banco Central (BC), conta o Poder360.

Leia mais: “Dívida pública sobe para 75% do PIB, maior nível desde 2022”

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No fim da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a relação dívida/Produto Interno Bruto (PIB) era de 71,7%, em dezembro de 2022. De janeiro de 2023 a fevereiro de 2024, o porcentual subiu para 75,6% no governo petista.

Isso significa uma elevação de 3,9 pontos porcentuais. Projeções mais recentes do mercado revelam que o porcentual subirá para 77,5% em 2024 e 80,1% em 2025.

O atual governo foi responsável pela maior expansão nominal do endividamento do Brasil, nos primeiros 14 meses de cada governo. O aumento da dívida foi superior ao ocorrido no segundo mandato de Dilma Rousseff (PT), de R$ 765 bilhões.

Leia mais: “Dívida pública do Brasil deve chegar a 80% do PIB em 2024, avalia OCDE”

Com a revisão da meta fiscal de 2025, a trajetória da dívida bruta do Brasil em relação ao PIB deverá piorar.

A relação dívida/PIB do país atingiu 75,6% em fevereiro, o maior patamar desde junho de 2022, lembra o portal.

Nova meta do governo federal

Dívida pública
No governo Bolsonaro relação dívida/PIB caiu 0,12 ponto porcentual | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A DBGG é composta pelo governo federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e governos estaduais e municipais. A meta anterior era de um superavit primário de 0,5% do PIB, com margem de tolerância para um saldo positivo de até 0,25%.

A mudança feita pelo governo definiu uma meta de 0%, com margem para um deficit de até 0,25% do PIB.

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No governo Bolsonaro, entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2020, a relação dívida/PIB caiu 0,12 ponto porcentual. Durante a pandemia, em outubro de 2020, disparou para 87,7% do PIB.

Em 2022, recuou para 71,7%, patamar menor do que quando ele assumiu, que era de 75,3%. A diminuição ocorreu porque, apesar do crescimento de R$ 339 bilhões na dívida, o PIB teve um crescimento maior, o que diminuiu a relação dívida/PIB.

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13 comentários
  1. Ricardo Villas
    Ricardo Villas

    Quem votou nesse monstro é culpado pela crise que o país começou a entrar. Vamos para o fundo do poço!

  2. Ed Camargo
    Ed Camargo

    A economia estagnada, é um dos problemas de termos imbecis tomando decisões por todos nós, decisões que afetam nossas vidas, nosso bolso, nosso futuro e o futruo de nossos filhos, sem sofrerem quaisquer consequências por estarem errados.

  3. Jose nelson lopes dos santos
    Jose nelson lopes dos santos

    Esse rato vai acabar rxpulso do governo de tsnta besteira que vai fazer. Pena que teremos de rdperar

  4. R.F. Nobre
    R.F. Nobre

    Poxa, cadê o economista “fenômenal” que atende pelo nome de Fernando Hadad? Ah, entendi, é ptista, obedece ordens.

  5. Daniel BG
    Daniel BG

    E não é para chamarmos de BANDIDOS os 9 do STF, o “Centrão”, o Benedito Gonçalves, o Luís Felipe Salomão, o Pacheco, o Lira, o Alkmin, gleisi, a anta, o cachaceiro? País da corrupção e impunidade?

  6. carlos
    carlos

    Já passou da hora de impichar o cachaceiro ladrão e descondenado, enviando-o de volta para a cela de onde não podia ter saído

  7. LEO FERREIRA PINTO
    LEO FERREIRA PINTO

    Mas tudo isso é bom para o Brasil, tudo com muito amor.

  8. Brasileiro
    Brasileiro

    E vai aumentar mais com o prêmio de risco do bostil subindo pela ditadura e omissão do congresso?
    Quem que não o brasileiro vai colocar dinheiro no bostil?

  9. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    As ratazanas enquanto não destruírem o Brasil não vão sossegar!

  10. Otavio Lazario de Queiroz
    Otavio Lazario de Queiroz

    Criminoso né?essa gadtanca com luxos e caprichos de uma esquerda caviar e Luiz Vitton ao invés de enxugar gastos e investir em geração de empregos.

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