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Em junho, o valor médio da cesta básica aumentou em 17 capitais estaduais, conforme pesquisa do Dieese e da Conab. Boa Vista registrou o maior aumento porcentual, com alta de 3,3%, seguida por Palmas (3%), Rio Branco (2,2%) e Porto Alegre (2,2%). São Paulo continua com a cesta mais cara, a R$ 965, enquanto Aracaju apresenta o menor preço, a R$ 630. De maio a junho, as maiores quedas foram em João Pessoa (-3,9%), Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).
O valor médio da cesta básica subiu em 17 capitais estaduais em junho, segundo a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 8. Realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o levantamento mapeia mensalmente o preço do conjunto de produtos.
Na comparação com maio, Boa Vista teve o maior aumento porcentual no preço da cesta básica. A alta na capital de Roraima foi de 3,3% de um mês para o outro.
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Ainda em termos porcentuais, o aumento também chamou a atenção em Palmas, Rio Branco e Porto Alegre. Nessas localidades, a elevação média dos preços foi de 3%, 2,2% e 2,2, respectivamente.
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Já em valores absolutos, a capital paulista segue com a cesta básica mais cara do país. De acordo com o Dieese e a Conab, o preço médio em São Paulo fechou junho em R$ 965. As outras três cidades que aparecem na sequência são Cuiabá (R$ 937), Rio de Janeiro (R$ 920) e Florianópolis (R$ 918).
Conforme a pesquisa, as quatro capitais com os menores preços médios da cesta básica são Aracaju (R$ 630), São Luís (R$ 654), Maceió (R$ 671) e Natal (R$ 686). Os responsáveis pelo levantamento ressaltam, entretanto, o fato de a composição da cesta ser diferente nas regiões Norte e Nordeste.
De maio para junho, as maiores quedas porcentuais foram em João Pessoa (recuo de 3,9%), no Recife (-3,62%) e em Maceió (-3,61%).
Cesta básica encarece em todo o país em 2026
Desde janeiro, o preço médio da cesta básica subiu em Brasília e em todas as 26 capitais estaduais. Em Fortaleza, o valor aumentou 21% no decorrer dos últimos seis meses. São Luís apresenta a menor taxa de avanço no período, com 4%.
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