publicidade
Economia

Dívida Pública Federal cai, mas segue trilionária

Indicador recuou 1,28% em abril; com isso, valor foi para R$ 4,161 trilhões

Programa Desenrola
A Dívida Pública Federal caiu no último mês | Foto: MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Indicador recuou 1,28% em abril; com isso, valor foi para R$ 4,161 trilhões

dívida pública federal - marcello casal jr - agência brasil
A Dívida Pública Federal caiu no último mês | Foto: MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

O Brasil está menos endividado. É o que, todavia, representa os números divulgados hoje pela Secretaria do Tesouro Nacional. De acordo com o órgão vinculado ao Ministério da Economia, a Dívida Pública Federal (DPF) recuou 1,28% em abril. O valor, contudo, segue trilionário. Afinal, o montante está em R$ 4,16 trilhões.

Receba nossas atualizações

Anteriormente, em março, a DFP estava em R$ 4,215 trilhões. Segundo a equipe econômica do governo federal, a queda na dívida se deve ao momento de pandemia de covid-19. Para eles, a proliferação do novo coronavírus no país resultou em dois pontos. Primeiramente, a questão relacionada à concentração de vencimentos de papéis. Em segundo lugar, vem a baixa emissão de títulos.

Leia mais: Governo estuda auxílio voltado para pequenas empresas

Além de registrar queda no consolidado, a DFP viu o endividamento de alguns núcleos também caírem. É o caso, por exemplo, da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi), que é parte da dívida pública. Também no comparativo de abril com março deste ano, o indicador oscilou 1,57% para baixo. Assim, foi R$ 4,006 trilhões para R$ 3,944 trilhões.

Resgate

Segundo o Tesouro, a queda da DPMFi) também tem explicação. Para o órgão, o que motivou o resultado do último mês foi o resgate líquido de R$ 81,83 bilhões. Quantia essa que foi parcialmente compensada pela apropriação positiva de juros. Conforme pontua a Agência Brasil, essa ação é quando o os juros são incorporados ao total do mês a mês.

“O resgate líquido de títulos da Dívida Pública Mobiliária Interna deu-se pela diferença entre o total de novos títulos resgatados (embolsado pelos investidores) — R$ 121,69 bilhões — em relação ao volume de novos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, que somou R$ 39,03 bilhões”, informa a Agência Brasil.

 

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade