É um absurdo chamar o agronegócio de fascista, diz Luiz Felipe D’Ávila

Na semana passada, o ex-presidente Lula atacou o setor
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O candidato à Presidência pelo Novo, Luiz Felipe D'Ávila, durante debate na Band - 28/08/2022 | Foto: Reprodução/Band
O candidato à Presidência pelo Novo, Luiz Felipe D'Ávila, durante debate na Band - 28/08/2022 | Foto: Reprodução/Band

O candidato a presidente da República pelo Novo, o empresário Luiz Felipe D’Ávila (Novo-SP), exaltou o agronegócio, durante debate na Band neste domingo, 28. “É um exemplo para o Brasil”, observou. “Trata-se de um setor da nossa economia que consegue competir na economia global.” D’Ávila rebateu declarações de Lula, que chamou o agronegócio de fascista.

Segundo D’Ávila, faz-se necessário dar condições para o agro crescer cada vez mais, visto que nosso país é um dos maiores produtores de soja, algodão e outros produtos. “Isso é vital para exportar mais”, disse. “Lula, é um absurdo chamar o agro de fascista.” Na semana passada, o petista atacou o setor, chamando o agronegócio de “direitista” e de “fascista”.

“O mundo depende de nós”, constatou o candidato. “Temos de ter orgulho daquilo que o Brasil possui de melhor.”

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D’Ávila defendeu tirar o Estado das “costas das pessoas que trabalham, que geram riqueza, que produzem”. Conforme o candidato, o Estado brasileiro “só inferniza a gente com burocracia e com impostos”. “Cada vez mais impostos estão sendo cobrados, para que serviços públicos de péssima qualidade sejam prestados”, observou. “Esse é o caso da infraestrutura no Brasil, as estradas estão esburacadas. Essa é a ineficiência e a incompetência desses que governam o país.”

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7 comentários Ver comentários

    1. E, por não estarmos acostumados com discursos sobre o liberalismo econômico, alguns consideraram Felipe D’Ávila pró Bolsonaro. Ele é candidato! Mas ficou evidente que a esquerda não defende nem ao que ele diz e nem ao presidente.

  1. Os demais candidatos se questionavam entre sí apenas com o intuito de criticar o Bolsonaro e, como consequência, não teve como rebater as acusações as mais esdrúxulas, tentou obter o direito de resposta mas não foi concedido. Resumindo: O Bolsonaro está solitário na luta contra esses fascínoras, mas irá vencer com o apoio do povo contra esse estrebuchante sistema.

  2. Vencedores do debate: Bolsonaro, Ciro e D’Ávila – o resto foi um desastre.

    Bolsonaro, mesmo com seu estilo coloquial, matou a pau, desmentiu falsidades e ainda colocou a pseudo-jornalista Vera em seu devido lugar.

    1. Sobre Ciro e Felipe vencedores, discordo totalmente, Ricardo.

      O único grande vencedor foi Bolsonaro. A estratégia das tesouras contra Bolsonaro foi destruída ao vivo e a cores. O PR é imbatível pq sempre diz a verdade e pq faz um governo extraordinariamente honesto e competente.

      Ciro vencedor? Claro que não. Ele fez o q sempre faz, tentou ficar longe de lula e de Bolsonaro, fingindo independência da pauta esquerdista, mas de olho nos esquerdistas descontentes com Lula. Apenas isso. Será o candidato esquerdista eterno pregando no deserto, como Marina Silva, que já se mancou e finalmente desistiu.

      Felipe D’Ávila vencedor? Absurdo.
      A participação dele se resumiu aos segundos em q defendeu o nosso maravilhoso agronegócio. Depois disso desapareceu do debate.

  3. Não ter Bonner e Renata faz toda a diferença. Bolsonaro arrasou. Lula extremamente nervoso, quase derrubou um copo em suas considerações finais, falando que foi preso injustamente.

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