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Efeito pandemia: Heineken prevê 8 mil demissões

Os cortes, que respondem por quase 10% da força de trabalho, fazem parte de uma meta de US$ 2,4 bilhões em economias brutas até 2023
A cervejaria espera que as condições de negócios comecem a melhorar no segundo semestre de 2021
A cervejaria espera que as condições de negócios comecem a melhorar no segundo semestre de 2021 | Foto: Reprodução/Flickr

A Heineken planeja cortar 8 mil empregos em meio ao impacto do fechamento de bares e restaurantes devido às restrições da pandemia de covid-19. As demissões, que respondem por quase 10% da força de trabalho, fazem parte de uma meta de € 2 bilhões (US$ 2,4 bilhões) em economias brutas até 2023, informou a Heineken nesta quarta-feira, 10. Cerca de 20% dos empregos na sede da cervejaria devem ser eliminados no primeiro trimestre deste ano. “Do lado da produtividade, precisamos de um pouco mais de intervenção, e isso não deve parar em 2023”, disse o CEO da empresa, Dolf van den Brink. A segunda maior cervejaria do mundo depois da Anheuser-Busch InBev definiu outras iniciativas estratégicas em seu programa de reestruturação lançado no ano passado, incluindo a meta de margem operacional de 17% até 2023. Isso colocaria a medida de rentabilidade em linha com os níveis alcançados antes da pandemia. A cervejaria espera que as condições de negócios comecem a melhorar no segundo semestre de 2021.

Leia também: “Os efeitos da pandemia nas relações de consumo”, artigo de Sergio Tannuri publicado em Oeste

Com informações de Exame

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