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Economia

Ibovespa abre o dia em queda e dólar sobe a R$ 5,70

Euro também tem variação positiva no mercado financeiro brasileiro

trump Ibovespa é o principal índice da bolsa de valores brasileira | Foto: Reprodução/Pixabay
Ibovespa é o principal índice da bolsa de valores brasileira | Foto: Reprodução/Pixabay

O Ibovespa, índice principal da Bolsa de Valores do Brasil, começou esta quarta-feira, 22, em queda de 0,55%, aos 130.345 pontos. A baixa continua a tendência da última semana, quando o índice caiu 0,65%.

Em outubro, o Ibovespa acumula perda de 1,65%.

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Além de Ibovespa, dólar e euro também operam em alta

No mercado de câmbio, o dólar comercial subiu 0,21%, cotado a R$ 5,70. A moeda norte-americana mantém valorização, com ganho semanal de 0,07% e aumento de 4,62% no mês.

O euro comercial também subiu 0,20%, atingindo R$ 6,17. Apesar da alta diária, a divisa teve queda semanal de 0,39%, mas registra ganho mensal de 1,63%.

No cenário das criptomoedas, o Bitcoin caiu 0,34% nas últimas 24 horas, sendo negociado a R$ 383.696,25.

Mesmo com queda de 2,64% na semana, a criptomoeda acumula valorização de 10,72% em outubro, o que evidencia a volatilidade do mercado.

FMI melhora previsão de crescimento do Brasil

A economia do Brasil deverá crescer 3% em 2024, mas deve desacelerar no ano que vem, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) no relatório “Panorama Econômico Mundial (WEO)”.

Para este ano, o fundo subiu em 0,9 ponto porcentual a previsão de desempenho para o Brasilem relação ao WEO de julho.

Leia também: “Repórteres de Oeste vencem prêmio nacional de jornalismo econômico”

O FMI credita a melhora ao “aumento do consumo privado e dos investimentos na primeira metade do ano, impulsionados por um mercado de trabalho aquecido, programas de transferência de renda do governo e impacto menor do que o esperado das inundações” que atingiram o Rio Grande do Sul, disse a entidade, em relatório.

Para 2025, a organização diminuiu em 0,2 ponto porcentual a previsão de crescimento do país com receio de uma política monetária restritiva e uma desaceleração do mercado de trabalho.

O FMI estima que a inflação no Brasil irá fechar o ano 4,3% em 2024 e em 3,6% em 2025.

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