Índice de Confiança do Empresário cresce em julho

Dado representa uma melhora nas projeções, mas aponta um recuo de 40,8% em comparação com o mesmo mês de 2019
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Movimentação nas ruas da região do Bom Retiro em São Paulo (22/07/20) continua fraca | Foto: Cesar Conventi/FotoArena/Estadão Conteúdo
Movimentação nas ruas da região do Bom Retiro em São Paulo (22/07/20) continua fraca | Foto: Cesar Conventi/FotoArena/Estadão Conteúdo

Dado representa uma melhora nas projeções, mas aponta um recuo de 40,8% em comparação com o mesmo mês de 2019

São Paulo
Movimentação hoje nas ruas da região do Bom Retiro, em São Paulo, continua fraca
Foto: Cesar Conventi/FotoArena/Estadão Conteúdo
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A FecomercioSP divulgou nesta quarta-feira que o Índice de Confiança do Empresário do Comércio apresentou alta em julho em comparação com o mês anterior.

A última pesquisa, que ouviu comerciantes da cidade de São Paulo, registrou uma pontuação de 66,2, alta de 8,6% em relação a junho, quando o indicador atingiu 61 pontos, no pior resultado de toda a série histórica, iniciada em março de 2011.

Apesar do aumento, os resultados de julho ainda estão em patamar baixo se comparados com os do mesmo período do ano passado. Os 66 pontos registrados representam um recuo de 40,8% ante o mesmo mês de 2019.

Segundo a FecomercioSP, restrições de funcionamento e o receio dos consumidores são as principais causas para a ainda baixa confiança do empresariado.

Na comparação com o mês anterior, o Índice de Expansão do Comércio (IEC) permaneceu estável, com leve baixa de 0,4%.

Em nota, a federação recomenda que os comerciantes sejam conservadores nas operações administrativas, reavaliem riscos e evitem aumento de custos, destacando a importância do controle do fluxo de caixa.

A FecomercioSP ainda sugere renegociar vencimentos e prazos, “sempre alinhando os recursos de acordo com o planejamento de trabalho dos funcionários e o ritmo dos fornecedores”.

Também figuram entre as recomendações da instituição controlar o estoque, focar mercadorias que têm maior saída, reavaliar preços, oferecer mais formas de pagamento, evitar excesso de endividamento e diversificar os canais de venda, investindo no comércio eletrônico.

Com informações do Estadão Conteúdo

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