Ipea: renda dos trabalhadores cresce no 3º trimestre

Os dados mostram continuidade da recuperação dos rendimentos, informa o órgão
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Não houve queda da renda em nenhum grupo demográfico
Não houve queda da renda em nenhum grupo demográfico | Foto: Reprodução/CNI

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a renda habitual média dos trabalhadores cresceu no terceiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. O órgão divulgou os dados nesta terça-feira, 6.

Segundo o levantamento do Ipea, a renda média dos trabalhadores ficou em R$ R$ 2.737 no terceiro trimestre. Em setembro, o valor fechou em R$ 2.734, ou seja, 1,5% maior que o observado no mês anterior (R$ 2.693).

“Esse é o primeiro trimestre que apresentou crescimento interanual nos rendimentos médios do trabalho desde o primeiro trimestre de 2020, quando começou a pandemia da covid-19”, informou o instituto. A expansão chegou a 2,5%.

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Conforme os dados do levantamento do Ipea, o maior aumento da renda ocorreu para os trabalhadores por conta própria (5,4%), seguido dos que não têm carteira assinada (4,9%). Já para as vagas de empregos formais da iniciativa privada, o aumento ficou em 1,6%. No setor público, entretanto, houve a queda de 3% para o rendimento habitual.

Os dados do terceiro trimestre de 2022 mostram continuidade na recuperação da renda ao longo do ano. Em meio à crise sanitária causada pela covid-19, o valor atingiu o menor nível da série histórica no fim de 2021. Porém, mesmo com a melhora, os valores ainda não são maiores que antes da pandemia.

“Por grupos demográficos, os maiores aumentos na renda, na comparação com o mesmo período do ano passado, foram registrados no Centro-Oeste e no Norte, entre os trabalhadores jovens adultos (de 25 a 39 anos) e com ensinos fundamental e médio incompletos”, informa a pesquisa. “O crescimento foi menor para os que habitam no Sudeste, os jovens, aqueles com ensino superior e os chefes de família.”

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1 comentário Ver comentários

  1. Isso explica o ódio dos neomarxistas ao Bolsonaro. Como a todas as pessoas que não traem o povo. Quando o a esquerda escolheu o lema “Sem medo de ser feliz” criado por Chico Buarque na peça Gota D’água, eu fiquei perplexo, afinal, o autor usa o argumento do proprietário explorador para estimular a traição. Mas depois percebi que o artista é apologista da traição dos ideais de justiça e especialmente do povo mais simples. Aqueles que não são traidores são odiados. Como o Bolsonaro, que efetivou a transposição do São Francisco, amparou os sem renda durante o lockdown assassino e combateu a inflação. É crime sem perdão, para a turma da lagosta e de bons vinhos. Para esses, sejam intelectuais, teólogos da libertação ou ocupantes de cargos públicos, manter-se digno, ético e leal significa ódio mortal. É o que asssitimos.

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