Revista Oeste - Eleições 2022

Itaú abre programa de demissão voluntária

Em 2021, o Itaú fechou o ano com  cerca de 100 mil colaboradores no conglomerado
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Os funcionários elegíveis poderão aderir ao PDV a partir do final de março de 2022
Os funcionários elegíveis poderão aderir ao PDV a partir do final de março de 2022 | Foto: Reprodução/Flickr

O Itaú Unibanco anunciou a abertura de um Programa de Demissão Voluntária (PDV). O programa foi anunciado na quinta-feira 17 e vale para todas as empresas controladas exclusivamente pelo Itaú Unibanco Holding no Brasil.

Segundo o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, “o programa envolve um grupo restrito de colaboradores elegíveis e tem como objetivo dar aos interessados em deixar o banco a oportunidade de uma transição de carreira segura”.

O Itaú informou que, para aderir ao programa, os colaboradores devem se enquadrar em um ou mais critérios, como estar afastados por um período superior a 30 dias, ter mais de 60 anos e atuar em determinados cargos em áreas que terão sua estrutura adequada à realidade do mercado.

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“A adesão ao PDV é totalmente voluntária e oferecerá pacotes que incluem o pagamento de salários adicionais e a manutenção de alguns benefícios por período determinado”, comunicou. Ainda segundo o banco, os funcionários elegíveis poderão aderir ao PDV a partir do final de março de 2022.

O Itaú Unibanco informou ainda que o PDV “não afetará a qualidade e a disponibilidade de seus serviços aos seus clientes”. Não há detalhes sobre o tamanho do público elegível, mas a ideia é que, tanto em condições como em nível de adesão, esse PDV seja parecido com o anterior feito pelo banco, em 2019.

Na época, 3,5 mil funcionários aderiram ao PDV, ficando em algo entre 30% e 40% do público elegível, e na ocasião o Itaú registrou uma despesa não recorrente associada ao programa de R$ 2,4 bilhões. Desta vez, no entanto, o público elegível é bem menor.

De acordo com o jornal Valor Econômico, alguns colaboradores elegíveis ao PDV estão em funções que foram sendo extintas com o tempo, outra parte já pode se aposentar aproveitando as regras de transição da reforma da Previdência e uma parcela grande é de funcionários com problemas de saúde, que acabam tendo estabilidade no emprego. Em 2021, o Itaú fechou o ano com cerca de 100 mil colaboradores no conglomerado. São aproximadamente 87 mil no Brasil e 12 mil no exterior. Do total geral, cerca de 14 mil estão nas áreas de tecnologia.

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3 comentários Ver comentários

  1. Estamos vivendo numa “Janela Histórica” de oportunidades para o Brasil (e demais países do Terceiro Mundo) como há muito não se via no Mundo. A penúltima vez em que isso ocorreu foi no período entre o Crash de 1929 e o início da Segunda Guerra Mundial em 1939, e durou apenas 10 anos. Getúlio Vargas aproveitou essa oportunidade, mas, aparentemente, muito aquém do que poderia. A última vez em que outra janela histórica semelhante surgiu foi no auge da Guerra Fria, e os Governos Militares de 1964 a 1985 souberam aproveitar as oportunidades até 1978, mais ou menos, mas também com excessiva timidez diante das traiçoeiras limitações impostas pelo nosso suposto “aliado”, os EUA (que rapidamente nos sabotou, de forma magistralmente insidiosa, inclusive com cooptação de generais da mais alta cúpula, quando percebeu que o sonho Brasil Potência iria se concretizar). AGORA, NOSSA JANELA HISTÓRICA DE OPORTUNIDADES VAI DURAR ATÉ O FINAL DESTE SÉCULO, muito provavelmente, E NÃO HÁ NENHUMA SUPERPOTÊNCIA COM A ANTIGA CAPACIDADE DE SABOTAGEM AO NOSSO DESENVOLVIMENTO COMO HAVIA NOS DOIS PERÍODOS ANTERIORES JÁ CITADOS, exatamente porque inevitavelmente estarão TODAS ELAS (EUA, China, União Europeia e Rússia) se debatendo não apenas entre si, mas, principalmente, com suas gravíssimas crises intestinas, as quais serão de longuíssima duração, tendem a se agravar cada vez mais sem soluções simples à vista, e comprometerão crescentemente toda a capacidade militar, econômica, demográfica, cultural, tecnológica, evolutiva e geopolítica dos EUA, da China, da União Europeia e da Rússia. É O MOMENTO HISTÓRICO ÚNICO PARA QUE O BRASIL (assim como a Índia e outros países que já perceberam isso), se não for burro e lerdo, CRESÇA EXPONENCIALMENTE E FINALMENTE SE TORNE A “SUPERPOTÊNCIA GENUINAMENTE PACÍFICA” (mas militar e tecnologicamente armada até os dentes!!) A QUE FOI E AINDA É DESTINADO A SER!!!
    (Adriano Rocha, Rio de Janeiro/RJ)

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