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Economia

Mendonça dá cinco dias para Petrobras explicar política de combustíveis

Ministro do STF cobra empresa a respeito dos critérios adotados para formulação de preços nos últimos 60 meses

PEC dos Benefícios
Ministro do STF André Mendonça | Foto: Reprodução/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu o prazo de cinco dias para que a Petrobras explique os critérios adotados para a política de preços de combustíveis no país nos últimos 60 meses.

Mendonça cobrou que a estatal encaminhe ao tribunal os documentos e atos internos em que foram discutidas e estabelecidas as balizas para formação dos preços nos últimos cinco anos.

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O ministro também solicitou à Agência Nacional do Petróleo (ANP) e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prestem informações quanto às medidas adotadas pela Petrobras, dentro de suas competências legais, em relação à política de preços praticada e a atuação da empresa.

Na mesma decisão, André Mendonça determinou que as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis devem ser uniformes em todo o território nacional. A decisão fixa medidas que devem ser seguidas pelos Estados e pela Petrobras.

Novos aumentos

A decisão de André Mendonça no STF acontece no mesmo dia em que a Petrobras divulgou um novo reajuste nos preços dos combustíveis.

Nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou o reajuste do litro da gasolina vendido às distribuidoras, que passou de R$ 3,86 para R$ 4,06, em aumento de 5,2%. Por sua vez, o diesel saiu de R$ 4,91 para R$ 5,61, com salto de 14,2%. Os novos valores passam a valer a partir deste sábado.

É o primeiro aumento da gasolina em três meses. O último reajuste havia sido feito em 11 de março. Já o preço do diesel foi modificado em 10 de maio.

O reajuste foi aprovado na quinta-feira pelo Conselho de Administração da Petrobras. A estatal tem praticado no mercado interno preço abaixo do vendido no exterior, em momento de turbulência internacional, em razão dos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia. A defasagem do diesel é de 18%, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). O preço da gasolina, por sua vez, tem defasagem de 14%.

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2 comentários
  1. analisando
    analisando

    Até que enfim apareceu alguém nesse STF para questionar ações que prejudicam o país e não como os demais esquerdistas da corte que só agem para perseguir quem quer apoiar ações positivas.

  2. Bruno Caetano
    Bruno Caetano

    Parece que nessa instituição somente esse cara ainda luta contra o sistema “cãonhoto” vermelho Globalista que já tomou o resto do mundo e agora quer a alma do Brasil para fechar o domínio mundial! São os últimos bastiões da resistência que pregam o patriotismo e preservação da cultura e identidade dos povos…

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