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Economia

Mercado vê inflação a 4,5% em 2024, no teto da meta

Em uma semana, projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,11 ponto porcentual

Banco Central divulgou decisão sobre juros e inflação | Foto: Raphael Ribeiro/BCB
A BMP informou que o ataque comprometeu exclusivamente as chamadas ‘contas reserva’ | Foto: Raphael Ribeiro/BCB

O mercado financeiro subiu a expectativa de inflação para o fim de 2024 e de 2025. De acordo com informações publicadas no Boletim Focus desta segunda-feira, 21, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano passou de 4,39% na semana passada para 4,5%. A alta na projeção é de 11 pontos porcentuais (p.p.).

Com a revisão, a inflação oficial deve fechar o ano no teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A autoridade estimou o IPCA em 3% neste ano, com margem de tolerância de 1,5 p.p., entre 1,5% e 4,5%.

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Para o ano que vem, os analistas consultados pelo Banco Central (BC) esperam a inflação em 3,99%, ante 3,96% no relatório da última segunda-feira, 14. Para 2026 e 2027, não houve alteração na expectativa, que permanece em 3,60% e 3,50%, respectivamente.

Também não houve mudanças na projeção da taxa básica de juros, a Selic, que continua em 11,75% ao fim de 2024. Para 2025, no entanto, o mercado elevou a estimativa de 11% para 11,25%. Nos próximos dois anos, o cenário permanece igual ao do boletim anterior — 9,50% em 2026 e 9% em 2027.

Além de inflação, câmbio e PIB têm leve alta

O mercado financeiro também revisou para cima o câmbio e projeta o dólar a R$ 5,42 em 2024. Na semana passada, era R$ 5,40. Não houve alteração para 2025, 2026 e 2027.

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O relatório desta semana também apresentou alta no Produto Interno Bruto (PIB). Segundo os especialistas, o indicador deve terminar 2024 em 3,05%, ante 3,01% na semana passada. Para os próximos anos, o mercado espera o PIB em 1,93% em 2025 e 2% em 2026 e 2027.

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