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Economia

Ministro do Trabalho diz que debate sobre corte de gastos não existe

Luiz Marinho afirmou que não houve pedidos formais para revisar despesas em sua pasta

Lula Luiz Marinho
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que não há nenhum pedido de revisão ou corte de gastos em seu ministério | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou na última quarta-feira, 30, que nunca foi consultado por outros integrantes do governo sobre corte ou revisão de gastos, tema que é motivo de pressão exercida pelo mercado financeiro sobre a equipe econômica de Luiz Inácio Lula da Silva.

Com a ausência de uma proposta concreta e até mesmo de um prazo para fazer a revisão dos gastos, o dólar chegou a R$ 5,77 na quarta-feira 30.

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Ao ser questionado sobre eventuais cortes em seu ministério, Marinho disse que não existe debate no Executivo sobre cortar recursos de benefícios, como seguro-desemprego e abono salarial. “Se nunca discutiu comigo, essas medidas não existem. Se eu sou responsável pelo tema trabalho e emprego (esse debate não existe), a não ser que o governo me demita”, disse Marinho.

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Segundo ele, o debate sobre corte de gastos nos benefícios está circunscrito entre técnicos. “Esse debate não existe no governo. Se existisse, o presidente Lula teria falado: ‘Marinho, pega leve aí’. Existe esforço, estudo, técnicos tentando adivinhar, olhando”, completou.

Questionado se poderia pedir demissão caso as medidas avancem, o ministro respondeu: “Se eu for agredido, é possível. Uma decisão sem minha participação, em um tema meu, é uma agressão. E não me consta que nenhum ministro de Estado tenha discutido esse assunto (de corte de gastos).”

Recursos serão buscados onde eles existem, teria dito Lula a Marinho

Luiz Marinho disse que, quando o número de empregos cresce, aumenta a ‘demanda de consumo’ | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Luiz Marinho disse que debate sobre corte de gastos no Ministério do Trabalho não existe | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Marinho afirmou que Lula tem repetido que recursos orçamentários serão buscados onde “eles existem, e não no pelo, nas costas, no lombo do trabalhador”.

Ele disse ainda que seguro-desemprego e abono salarial não podem ser considerados “gastos”. “O que é gasto? Coisa desnecessária, se tiver coisa desnecessária tem que cortar”, avaliou. O ministro reforçou que o combate às fraudes em políticas públicas é obrigação de qualquer gestor.


Redação Oeste, com informações da Agência Estado

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2 comentários
  1. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    O insigne ministro gasta seu verbo à toa pois qualquer mané por mais idiota que seja sabe bem que seu partido prima que desordem tributária e se lixa para o equilíbrio tributário e no poder por longos anos se associou ao erário que achacou como bem quis e agora começa impondo graves prejuízos às estatais, sabe bem que arrebentam o país e os sucessores, se permitirem já que estão com ditadura em curso massacrando adversários e tolos manés, como os peronistas destruíram seu país e certamente teremos um desgrenhado cabeludo que conserte a catástrofe certa como o golpe que dão na nação rumando ao desastre.

  2. Christian
    Christian

    Ou seja : Não teremos corte de gastos público e ponto final ?
    Depois reclamam do mercado…

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