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Economia

Natura fecha acordo e vende Avon International por £ 1

O contrato prevê linha de crédito de até US$ 25 milhões, a ser usada em 12 meses e paga em cinco anos

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A Natura conta com 900 lojas, entre unidades próprias e franquias | Foto: Reprodução/Natura

A Natura decidiu vender a operação internacional da Avon para o fundo Regent, estabelecendo um acordo que prevê o recebimento simbólico de £ 1 libra no momento da conclusão da transação, além de potenciais bônus baseados em desempenho futuro e pagamentos condicionados a eventos específicos.

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De acordo com informações divulgadas pela empresa, esses valores adicionais, como os “earnouts” e pagamentos contingentes, poderão alcançar até £ 60 milhões, dependendo dos resultados futuros e de determinadas ocorrências de liquidez previstas no contrato.

Exclusões e detalhes do acordo que envolve a Natura

A transação não inclui o negócio da Avon na Rússia, nem as operações ou os direitos da marca Avon referentes à América Latina, que permanecem sob controle da Natura, assim como a estrutura de propriedade intelectual relacionada a esses mercados.

Ficou acertado que a maior parte dos créditos de empréstimos detidos pela Natura contra a Avon International será capitalizada antes do fechamento, enquanto o saldo será transferido para a Regent sem necessidade de pagamento adicional por parte da compradora.

O acordo também prevê uma linha de crédito garantida, de até US$ 25 milhões, que poderá ser utilizada pela Avon International nos 12 meses seguintes à conclusão do negócio e deverá ser quitada em cinco anos, depois da primeira liberação do crédito.

Estratégia e próximos passos

Segundo comunicado da companhia, “a venda da Avon International, além da venda dos negócios da Avon na região da América Central, é outro marco importante no compromisso da Natura de otimizar suas operações seguindo com foco nos negócios na América Latina”.

A efetivação da venda ainda depende do cumprimento de requisitos de fechamento, incluindo aprovações regulatórias, com previsão de conclusão para o primeiro trimestre de 2026.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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