Novo presidente do Banco do Brasil nega interferência política: ‘Zero’

Segundo Fausto Ribeiro, objetivo é reduzir gastos em R$ 10 bilhões até 2025, com fechamento de agências e desligamento de funcionários
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Fausto Ribeiro, novo presidente do Banco do Brasil
Fausto Ribeiro, novo presidente do Banco do Brasil | Foto: Divulgação/Banco do Brasil

Em sua primeira entrevista coletiva desde que tomou posse no comando do Banco do Brasil (BB), o novo presidente da instituição financeira, Fausto Ribeiro, rechaçou a possibilidade de interferência política em sua gestão.

Segundo Ribeiro, o objetivo do BB é reduzir gastos em R$ 10 bilhões até 2025, com o fechamento de agências e o desligamento voluntário de funcionários, entre outras medidas.

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“Em relação a qualquer interferência política na gestão, zero. Zero”, assegurou Ribeiro. “O mandato que eu recebi do presidente da República é relativamente simples. Liderar o banco em busca de eficiência operacional e rentabilidade compatível, inclusive com os pares, e prestarmos um atendimento de excelência à população brasileira. Não tem nada diferente. Obviamente, a gente vai dar um toque pessoal”, completou.

Leia também: “Banco do Brasil anuncia saída de mais dois vice-presidentes”

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3 comments

  1. Se não me engano, o Banco do Brasil foi criado por D. João VI. Merecia mais carinho de JB. Foi-se a época em que todo mundo fazia concurso pro BB.

  2. O Banco do Brasil possui economia mista. O governo federal é o maior acionista. E toda empresa quem manda são os maiores acionistas. Quem não gostar da intervenção do maior acionista “governo federal ” basta vender as ações e cair fora.

  3. Gosto muito do Banco do Brasil e sou cliente. Mas gostaria muito que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal se fundissem e fosse criado um Banco único do Governo Federal para administrar o que já existe, preservando os empregos daqueles concursados. Não precisamos que mais que um Banco Federal, e anexando também os Bancos da Amazônia, Banco do Nordeste e todos aqueles que existem, fortalecendo uma instituição somente. Chega de criar bancos oficiais. UM APENAS.

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