Nubank se rendeu à cultura do cancelamento

Anitta e Emicida foram contratados pelo banco para conter a fúria dos canceladores após fala distorcida da fundadora da instituição
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Foto: reprodução Wikipedia
Foto: reprodução Wikipedia

Em 7 de outubro, o Nubank anunciou uma “parceria de conteúdo” com o “rapper, empresário, escritor e apresentador” conhecido como Emicida. Não sabemos quanto Emicida ganhou nessa parceria. Mas sabemos que ele é petista convicto, fiel devoto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e autor de frases como: “O Brasil tem 300 anos de escravidão oficial”.

Essas ações ajudaram o Nubank? Ou atrapalharam? O que se sabe é que a instituição lucrou no mercado brasileiro R$ 76 milhões no primeiro semestre deste ano. Um número bem modesto para um banco que tem 41 milhões de clientes no Brasil.

Segundo documentos oficiais da empresa citados pela revista Época Negócios, a cantora vai ganhar exatamente R$ 35.950.617 durante os próximos cinco anos em serviços de “marketing e publicidade”. Conclusão: a lacração aparentemente ajudou — e muito — duas pessoas: Anitta (que vai embolsar quase metade do lucro atual da empresa) e Emicida. Além, claro, de “ativistas e instituições que combatem o racismo”.

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Para ler mais sobre a cultura woke nas empresas brasileiras, leia o artigo Capitalismo antilacrador, de Dagomir Marquezi, na Revista Oeste.

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