Raul Kazanowski*
Recentemente, circulou em diversos meios de comunicação a notícia de que a “taxa das blusinhas” causou uma redução de 35% nas compras feitas pelas classes C, D, e E, o que significa que 14 milhões de brasileiros deixaram de adquirir produtos em sites estrangeiros.
A redução no consumo, no entanto, não impediu uma arrecadação satisfatória para o governo Lula. A expectativa era de arrecadar R$ 700 milhões anuais com a medida, mas tem sido até mais do que isso (uma média de R$ 175,8 milhões mensais). Ou seja, o Poder Executivo está arrecadando mais à custa dos mais pobres, que deixaram de consumir esse tipo de produto.
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Agora, as “blusinhas” ficam ao alcance somente das classes A e B. Quem olha os números brutos, da arrecadação total, pode até comemorar. É fato, o Ministério da Fazenda bate recordes na arrecadação — em julho, alcançou R$ 254,2 bilhões, o maior número para a série histórica iniciada em 1995. Todavia, isso não significa que as contas estejam no rumo certo. Conforme dados divulgados mais recentemente, o setor público consolidou um déficit primário de R$ 66,6 bilhões em julho (o pior resultado para o mês desde a pandemia), fazendo a dívida pública avançar para 77,6% do PIB.
Ou seja, ao mesmo tempo em que o Palácio do Planalto bate recorde de arrecadação para julho, esse também foi o mês com o pior déficit desde a pandemia, quando os custos extraordinários foram enormes, sem necessidade de maiores explicações em razão da emergência sanitária.
É evidente, portanto, que o governo está tentando fazer o ajuste fiscal pela coluna errada, que é a da receita. E o pior, está fazendo isso à custa dos mais pobres, que agora nem comprar roupa barata podem mais. Enquanto o ajuste não for direcionado para a coluna das despesas, o país estará no rumo equivocado, e fará com que os mais pobres dependam cada vez mais de benefícios estatais, como o programa de gás gratuito também recentemente lançado pelo governo.
Isto é, o Estado é predatório na arrecadação, gasta muito e mal, prejudica a atividade econômica dos mais pobres e, para compensar, tenta fazê-lo por meio da concessão de benefícios. Essas decisões somente acentuam a necessidade de arrecadar mais, pois em momento algum há bom senso ou autocrítica de que a diminuição de impostos é a melhor forma de mover a economia.
*Raul Kazanowski, associado do IEE e advogado na CKA Advocacia





































Já que o tal Haddad é uma nulidade técnica para lidar com dinheiro, bem que o Lula poderia, já quem tem tantos Ministros do STF especialistas em multiplicar os milionários, quiçá bilionários patrimônios, o Lula poderia nomear um deles como Ministro da Fazenda. Pessoas que recebem salários de R$ 46.366,19 e compram casa de 12 MILHÕES DE REAIS, têm imóveis de luxo em Campos do Jordão, apartamento de luxo em São Paulo, apartamento de luxo no Guarujá, usam relógios caríssimos, coisa de novo rico deslumbrado, outro que pagou apartamento de luxo em Key Biscayne à vista, uma bagatela de 22 MILHÕES DE REAIS, outro que ficou multimilionário em EUROS, já que tem negócios fornidos na União Europeia, e no Brasil é sócio da CBF, são gênios da matemática e o Lula não pode desprezar esses talentos, já que o Haddad é um tonto, um papagaio de pirata. Também poderia ser interessante nesses tempos de gastos aloprados do Desgoverno Lula 3, saber por quais motivos, ou serviços de desinformação prestados, o patético Eduardo Bueno, o ” PENINHA ” recebeu da Caixa Econômica Federal, SEM LICITAÇÃO, a merreca de 3 MILHÕES E 300 MIL REAIS saqueados dos esfolados brasileiros pagadores de impostos para fazer estultices.
Bandidos usurpadores do trabalho e da renda dos brasileiros