O coronavírus será pior para a economia do que a Dilma?

O histórico sobre a evolução do desempenho econômico brasileiro mantido pelo FMI revela que apenas o coronavírus pode ser pior do que a ex-presidente para a economia do país.
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Brasília - A presidenta afastada, Dilma Rousseff, faz sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - A presidenta afastada, Dilma Rousseff, faz sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Vírus chinês precisa provocar dois anos seguidos de recessão para ser pior do que a ex-presidente

dilma rousseff X pm de minas gerais
A ex-presidente Dilma Roussef | Foto: REPRODUÇÃO/NBR
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O governo Dilma Roussef (PT) causou a pior recessão que o Brasil já passou. Mantido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o histórico sobre a evolução do desempenho econômico brasileiro revela que apenas o coronavírus pode ser pior do que a ex-presidente para a economia do país. E isso somente acontecerá se o crescimento previsto pela instituição para 2021 não se concretizar.

Leia também: Brasil crescerá 3,6% em 2021, projeta FMI

Dilma foi eleita pela primeira vez em 2010, na esteira de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já no segundo ano de seu governo, o desastre estava anunciado com a diminuição do ritmo de expansão de 7,5% em 2010, para 1,9% em 2012. Apesar do resultado pífio na economia, a petista conseguiu se reeleger em 2014.

Em 2015, no entanto, Dilma e seus subordinados não conseguiram explicar porque o país encolhia enquanto o mundo crescia. A economia global, naquele ano, cresceu 3,5% enquanto a nacional diminuiu 3,6% — o pior resultado registrado para o país desde 1981.

Impeachment de Dilma Roussef e os efeitos econômicos no país

No final de agosto de 2016, Dilma perdeu o mandato. A economia brasileira, contudo, não se livrou dos efeitos de sua gestão. No ano do impeachment da petista, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu 3,3%. Foi a primeira queda em dois anos seguidos, de acordo com registros do FMI.

Desde de 2017, a economia brasileira vinha se recuperando a passos lentos. O PIB nacional crescia cerca de 1% anualmente até 2019. Em 2020, no entanto, a pandemia do coronavírus fez a economia mundial despencar. Com o Brasil não foi diferente.

O FMI estima retração de 5% na economia mundial e 9,1% na brasileira em 2020. Todavia, a mesma instituição prevê que a recessão não deve continuar em 2021, quando o mundo deverá crescer 4,8%, e o Brasil, 3,6%.

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