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Economia

Pandemia: Endividamento das famílias bate novo recorde

Assim como em anos anteriores, o cartão de crédito gera as principais dívidas

mortes por covid-19
SP - MORTES/COVID/19 - GERAL - A Secretaria de Saúde de Campinas (SP) confirmou na tarde desta segunda-feira (15) mais 10 óbitos de covid-19 e 456 novos casos confirmados. O boletim de saúde divulgado mostra que Campinas tem 1.769 mortes desde março de 2020 e um total de 65.654 casos. Na foto movimento de pessoas nas ruas centrais da cidade de Campinas. 16/02/2021 - Foto: Leandro Ferreira/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O endividamento das famílias brasileiras bateu novo recorde em novembro de 2020, em plena pandemia de covid-19. Segundo dados do Banco Central, as dívidas bancárias atingiram 51% da renda acumulada das famílias nos 12 meses anteriores.

O recorde anterior havia sido registrado em outubro de 2020, com 49,81% dos ganhos. A série histórica começou em janeiro de 2005. Entram na conta todas as dívidas com bancos, incluindo as de financiamento imobiliário.

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Em janeiro de 2019 – ou seja, antes da pandemia -, esse indicador era de 45,19%. O menor porcentual registrado desde o início do levantamento é o de janeiro de 2005 (18,42%), que marca o começo da série histórica.

Comportamento

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a média de famílias endividadas no ano passado cresceu 2,8 pontos porcentuais, quando comparado a 2019, alcançando 66,5%. Trata-se do maior resultado anual da série, iniciada em 2010. Apesar de ter alcançado a máxima histórica, a variação do indicador em 2020 foi menor do que a registrada em 2019 (+3,3 pontos porcentuais).

O estudo da CNC também apontou crescimento de 1,5 ponto porcentual na proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso, alcançando 25,5%. Este indicador chegou a começar 2020 com números melhores do que os de 2019.

Assim como em anos anteriores, o cartão de crédito gera as principais dívidas das famílias – 78%, na média de 2020. Em segundo e terceiro lugares, ficaram, respectivamente, o carnê (16,8%) e o financiamento de carro (10,7%).

Com informações do Estadão Conteúdo

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1 comentário
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    As pessoas sem trabalho precisam de dinheiro para sobreviver. Quando acabar o crédito será uma tragédia. Os ditadores estaduais e municipais não estão nem aí para o povo.

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