A tarifa aérea média no Brasil subiu 14,5% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
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A alta ocorre em um cenário de pressão sobre os custos do setor aéreo. O preço do querosene de aviação (QAV) subiu de R$ 3,41 para R$ 3,60 por litro entre fevereiro e março, o que representa avanço de 5,6%, o que elevou o custo operacional das companhias e influenciou a formação das tarifas.
Dados da Anac sobre tarifas aéreas
O valor médio passou de R$ 617,78 para R$ 707,16 no período, conforme painel de tarifas domésticas da agência reguladora.
Entre as principais empresas do setor, os preços médios subiram de forma generalizada.
Na Azul, a tarifa passou de R$ 608,17 para R$ 739,87. A Latam Airlines, o valor subiu de R$ 662,20 para R$ 733,05. Na Gol Linhas Aéreas, a tarifa avançou de R$ 561,60 para R$ 625,55.
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Na comparação com março de 2025, a tarifa média subiu 17,8%, passando de R$ 600,52 para R$ 707,16. O dado reforça a tendência de alta no preço das passagens ao longo dos últimos meses.
Indicadores do setor
O número de assentos comercializados caiu de 3,02 milhões em fevereiro para 2,67 milhões em março, o que representa recuo de 11,5%.
No mesmo período, o yield real médio do setor subiu de 0,4831 para 0,5549, indicando aumento da receita por quilômetro voado.

O porcentual de passagens vendidas por até R$ 500 ficou em 48,6% do total, segundo os dados mais recentes da Anac.
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