Paulo Guedes continua como ‘superministro’ de Bolsonaro

O presidente Bolsonaro fez questão de demonstrar que apoia Paulo Guedes e sua agenda de reformas para o Brasil.
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Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Marcos Corrêa/PR | governo auxílio emergencial

Em reunião no Palácio da Alvorada, o presidente defendeu o ajuste fiscal e afirmou que a economia é de responsabilidade de Guedes

Guedes e Bolsonaro
Foto: Marcos Corrêa/PR
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O presidente Bolsonaro fez questão de demonstrar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua agenda reformista contam com o apoio presidencial. Guedes e outros ministros foram convocados ao Palácio da Alvorada e ouviram do presidente a defesa do ajuste fiscal.

Com a posição, Bolsonaro procura deixar claro a todos os ministros que quem cuida da economia é Guedes e ninguém pode fazer nada na área sem o conhecimento dele, afirmou o canal de notícias CNN Brasil.

Com a queda de Sergio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Paulo Guedes tende a ficar mais forte, avaliam membros de sua pasta. Ele agora é o único “superministro” do governo.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que causou irritação em Guedes ao defender o aumento dos gastos públicos, saiu enfraquecido, assim como o programa pró-Brasil, lançado sem a presença do ministro da Economia e que previa um aumento do gasto público no pós-coronavírus.

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10 comentários

    1. Como assim? Já foi escolhido o Jorge Oliveira. Procure saber sobre suas ligações com a família Bolsonaro e vai entender melhor a urgência de tirar o Moro.

    1. Paulo Guedes é um grande cérebro e um grande patriota. Assim q a crise do Coronavirus passar vamos retomar o crescimento. Sérgio Moro foi um juiz de primeira instância competente, mas como político começou mal divulgando prints de conversas particulares para a Globo.

  1. Qual a razão para este tipo de informação sobre Paulo Guedes?
    O que tem a ver o fato de que ele “continuaria mandando no seu setor” com a saída do Moro. Seria porque Moro pediu à Polícia Federal para ser “implacável” na investigação do destino dos bilhões do coronavírus? Não dá liga. O que dá é que deputados e senadores entenderam que a ordem de Moro poderia escassear o dinheiro para comprar voto e por uns trocados no bolso nas eleições municipais. De resto, chamar os ministros ao Alvorada, mais uma vez – não bastasse o deprimente espetáculo a que foram exposto nos 45 minutos de choro e besteirol do sábado. Chamar Guedes de “superministro” é colocar um sinal na testa dele para lembrar o ego exaltado do presidente de que “aqui quem manda sou eu”. No caso da substituicão de Valeixo, o Carlos Zero Três fez sua parte.

    1. Desculpem-me, mas este tipo de matéria ficar melhor na chamada “grande mídia”. Porque não podemos imaginar que aqui na Oeste acha qualquer insinuação sobre o ministro Paulo Guedes. Mas chamá-lo de “superministro” além de uma bobagem por falta de assunto chega a ser até ofensivo à sua biografia e um toque maledicente para os demais integrantes do primeiro escalão. E nós leitores temos alguma chance de saber o que disse o presidente sobre o “ajuste fiscal”? Não. Não queremos saber como reagiram os ministros. Se o presidente disse está dito.

  2. Acabei de fazer assinatura desta revista e já vou cancelar. Triste ler uma bobagem desta, esperava mais de uma revista que tem Guzzo, Fiúza e Ana Paula. Guedes não manda mais nada, seu programa foi desfigurado, basta ver seu rosto na foto para entender seu papel atual. Quando anunciaram aquele ridículo Plano Brasil, ele nem foi consultado. Bolsonaro revela-se a cada dia. Um fraco, lembra- me d. Quixote combatendo inimigos imaginários e sacrificando pessoas valiosas, que um dia deram seriedade a um governo paranóico.

  3. O Moro também era o que tomava conta da justiça,só foi não dançar conforme a musica,foi embora.
    Até quando o Guedes vai ficar?
    Dá para acreditar no que o Bolsonaro fala?
    Eu não acredito mais!

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