Petrobras vai investir US$ 2,8 bilhões em redução de emissões de carbono

Anúncio foi feito por Caio Paes de Andrade, presidente da empresa, durante participação no evento Rio Oil & Gas
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Presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, em vídeo na abertura da Rio Oil & Gas
Presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, em vídeo na abertura da Rio Oil & Gas | Foto: Agência Petrobras

A Petrobras vai investir US$ 2,8 bilhões para a redução de emissões de carbono em suas operações nos próximos cinco anos. A iniciativa foi anunciada pelo presidente da empresa, Caio Paes de Andrade, durante participação na Rio Oil & Gas, na segunda-feira 26.

Segundo Paes de Andrade, desse total, US$ 248 milhões vão ser destinados a um fundo criado pela companhia para desenvolver tecnologias e soluções de baixo carbono.

“Trabalhamos sem descanso para neutralizar as emissões operacionais em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris. Temos um caminho muito claro para cumprir essa meta: estamos priorizando nossos investimentos em descarbonização e com o desenvolvimento de bioprodutos”, disse Paes de Andrade, em participação por vídeo.

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O presidente ainda destacou que a Petrobras está iniciando a produção de uma nova geração de combustíveis, considerados mais modernos e sustentáveis do que os disponíveis atualmente no mercado, como o diesel renovável e o bioquerosene de aviação.

Durante o evento, o diretor de Exploração de Produção da Petrobras, Fernando Borges, destacou a relevância do setor de petróleo para tornar possível a transição para uma economia global de baixo carbono.

“O papel da indústria de óleo e gás não é de passagem, mas de viabilizador da transição energética segura. Se mudarmos a abordagem, a forma de fazer a exploração e a produção de óleo e gás, a indústria de petróleo será parte da solução para a energia de baixo carbono”, disse o executivo.

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5 comentários Ver comentários

  1. A idade da pedra não acabou por falta de pedra. Da mesma forma, a era do petróleo não acabará por falta de petróleo. Quando você tem um combustível que é produzido por ditaduras comunistas e islâmicas, é óbvio que o resto do mundo tentará substituí-lo por alternativas menos complicadas politicamente e, na medida do possível, renováveis, como eólica, solar e biocombustíveis. O Brasil tem todas as condições de liderar essa transição energética, deixando ditaduras comunistas e árabes chupando seus nove dedos.

  2. Uma iniciativa socialista, parceira da absurda PL 2148/2015 em tramitação, que se preocupa mais em lamber as botas dos globalistas do que trazer melhorias reais para a população.

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