Pix limita horário noturno para aumentar segurança

Novas diretrizes estão publicadas na edição desta segunda-feira, 22, do Diário Oficial da União
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Banco Central anunciou mudanças para aumentar segurança do Pix
Banco Central anunciou mudanças para aumentar segurança do Pix | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Pix está promovendo uma série de mudanças nas faixas de horário noturno para aumentar a segurança dos usuários e evitar a ação de criminosos. As novas diretrizes estão publicadas na edição desta segunda-feira, 22, do Diário Oficial da União.

Segundo as novas determinações, o cliente do Pix poderá escolher a faixa do horário noturno para operações com valores limitados até R$ 1 mil. Esse horário pode ser das 20 horas às 6 horas, como é o padrão atual, ou das 22 horas às 6 horas.

Desde o início de outubro, passou a valer o limite de R$ 1 mil para transferências e pagamentos realizados por pessoas físicas no período entre 20 horas e 6 horas. Até então, a pedido do usuário, o período noturno poderia ser iniciado das 20 horas às 23h59.

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De acordo com o Banco Central (BC), as mudanças têm como objetivo tornar o Pix mais seguro e diminuir a vulnerabilidade do sistema à ação de criminosos. Nos últimos meses, a ferramenta vem sendo alvo frequente de golpes e fraudes.

O valor do limite noturno ainda poderá ser modificado a pedido do cliente por meio dos canais eletrônicos de atendimento. A instituição financeira, por sua vez, deve determinar um prazo mínimo de 24 horas para efetivar essas alterações.

Segundo a nova norma, a inclusão da definição do início do período noturno “deve ser efetivada por todos os participantes do Pix até 29 de julho de 2022”.

Pix contra golpes

Nas última semana, o BC anunciou duas novas ferramentas para diminuir o risco de golpes pelo Pix: o bloqueio cautelar e um mecanismo especial de devolução. As medidas, em tese, facilitam a comunicação e agilizam o processo de eventual bloqueio e devolução de recursos ao cliente.

No caso do bloqueio cautelar, a própria instituição bancária detentora da conta do recebedor do valor suspeito pode efetuar um bloqueio preventivo do dinheiro por até 72 horas.

Segundo o BC, essa opção permitirá que o banco faça uma análise mais cuidadosa sobre cada caso, o que aumentaria a possibilidade de recuperação do dinheiro caso o pagador tenha sido vítima de crime envolvendo o Pix.

Com informações do jornal O Globo

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