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Economia

Quantidade de milionários no Brasil vai dobrar até 2026

A previsão é do Credit Suisse, um dos principais bancos de investimentos do mundo

Foto: Konstantin Yolshin/Shutterstock

O número de milionários no Brasil deve dobrar até 2026. A previsão é do Credit Suisse, um dos principais bancos de investimentos do mundo. Formam a lista os brasileiros com mais de US$ 1 milhão em riquezas.

A instituição divulgou os dados na terça-feira 20, por meio do relatório Global Wealth Report (Relatório de Riqueza Global, em tradução livre). De acordo com o Credit Suisse, a quantidade de milionários no Brasil vai saltar de 266 mil, em 2021, para 572 mil, em 2026, ou seja, 115% mais, comparando os dois anos. O crescimento dos brasileiros será acima da média global, estimada em 40%.

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Além disso, o desempenho nacional aparece como o maior na lista publicada no Relatório de Riqueza, formada por pouco mais de 20 países. Entre eles estão China, com expansão prevista em 97%, Índia, estimada em 105%, e Estados Unidos, projetada em 13%.

Considerando os números do levantamento, cerca de 0,12% dos brasileiros possuíam mais de US$ 1 milhão em riquezas em 2021. Caso as previsões se concretizem, essa proporção vai subir para 0,26%, comparando com a população estimada pela Organização das Nações Unidas para esses mesmos anos.

Entre os habitantes que vivem na China, por exemplo, 0,8% dos habitantes são milionários, de acordo com os critérios adotados nas projeções do banco. Em 2026, a porção pode ficar próxima de 0,9%. Na Índia, a proporção pode passar de 0,1% para 0,5%. Nos EUA, estima-se que o número saia de 7% para 8%.

Somando os milionários do Brasil com os do restante do globo, o mundo contava com cerca de 66 milhões de afortunados em 2021. Conforme os dados do Credit Suisse, a população de ricos pode chegar perto de 88 milhões até 2026.

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2 comentários
  1. Finlab
    Finlab

    Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

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