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Economia

Rejeição de Haddad no mercado supera avaliação positiva

Pesquisa Genial/Quaest mostra que pela primeira vez ministro da Fazenda de Lula é mais rejeitado do que aprovado

Fernando Haddad - iof
De acordo com Haddad, o governo busca manter a boa relação com o maior mercado consumidor do mundo | Foto: Agência Brasil

Uma pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 19, revela que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem avaliação negativa maior do que a avaliação positiva no mercado financeiro. A rejeição é superior à aprovação pela primeira vez desde que ele assumiu o cargo.

Atualmente, 58% dos participantes avaliam negativamente o desempenho de Haddad, enquanto apenas 10% têm uma visão positiva; 32% dos entrevistados consideram o desempenho do ministro como regular.

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Na última pesquisa, realizada em dezembro, Haddad tinha 41% de avaliações positivas e 24% negativas.

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A pesquisa atual revela que 85% dos entrevistados acreditam que Haddad perdeu força no governo e apenas 1% acha que houve aumento de sua influência. Os 14% restantes consideram que sua força permanece a mesma.

Haddad ainda é visto como a segunda figura mais influente na política econômica do governo, com 5% das menções. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é considerado o principal responsável, com atribuição dessa posição a ele para 92% dos entrevistados. A avaliação negativa de Lula no mercado é de 88%.

O Congresso Nacional e o Banco Central também foram mencionados, mas com menor relevância, recebendo 2% e 1% das menções, respectivamente.

Pesquisa investiga cenário eleitoral em 2026 e inclui Haddad em sondagens

A pesquisa também investigou as perspectivas eleitorais para 2026. Caso o presidente Lula não concorra, 57% dos entrevistados acreditam que Haddad seria o nome mais indicado para representar a esquerda.

Outros nomes citados incluem o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), com 10%, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), com 8%. Camilo Santana, Rui Costa e Ciro Gomes também foram citados, com 7%, 4% e 3% das menções, respectivamente.

União pode abrir mão de quase R$ 1,3 trilhão de receitas financeiras até 2048 com a renegociação da dívida dos Estados | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Haddad e Lula | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 12 e 17 de março. Foram entrevistados 106 membros de fundos de investimento com sede em São Paulo e no Rio de Janeiro. Todas as entrevistas foram conduzidas por aplicativos on-line.

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2 comentários
  1. JOSE ROBERTO CARRARA
    JOSE ROBERTO CARRARA

    mais que obvio, aprendiz de economia e cabrsto de um analfabeto……

  2. JOSE ROBERTO CARRARA
    JOSE ROBERTO CARRARA

    mais que obvio, aprendiz de economia e cabresto de um analfabeto,,,,,,

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