Retomada: vendas no varejo crescem 5,2% em julho

Sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio
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Loja de roupas em São Paulo/SP | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo
Loja de roupas em São Paulo/SP | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

Sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio

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Loja de roupas em São Paulo/SP | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

Em julho, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 5,2% frente a junho, engatando a terceira alta mensal consecutiva. Esse é o maior resultado para o mês desde o início da série histórica iniciada em 2000.

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Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quinta-feira, 10, pelo IBGE.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas cresceu 7,2% em relação a junho.

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Algumas categorias já apresentaram resultados acima dos registrados no período pré-pandemia de covid-19, como móveis e eletrodomésticos e hiper e supermercados.

“Até junho, houve uma espécie de compensação do que ocorreu na pandemia, então em julho a recuperação já tem um excedente de crescimento”, avalia o gerente da pesquisa do IBGE, Cristiano Santos.

IBGE
Foto: Reprodução/IBGE

Sete das oito atividades tiveram alta

  • Livros, jornais, revistas e papelaria (26,1%)
  • Tecidos, vestuário e calçados (25,2%)
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (11,4%)
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,1%)
  • Combustíveis e lubrificantes (6,2%)
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,0%)
  • Móveis e eletrodomésticos (4,5%)

A única atividade que não teve crescimento no volume de vendas na passagem de junho para julho de 2020 foi Hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,0%).

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1 comentário Ver comentários

  1. Pode ser uma boa notícia, como também pode ser uma má notícia. Boa notícia pois reativa o comércio e a indústria e má notícia, pois como há um aumento do consumo se o crescimento da economia não atingiu esse patamar? Para mim isso significa aumento da inflação.
    Observação importante: Não sou economista.

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