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Economia

Tok&Stok fecha lojas em 4 Estados

Rede varejista de móveis enfrenta crise financeira de R$ 600 milhões

Tok&Stok
No fim de semana, foram encerradas as atividades de uma loja no Recife, uma em Curitiba e outra no Rio de Janeiro | Foto: Divulgação

A Tok&Stok, maior rede de varejo de móveis do país, liquidou o estoque de quatro lojas, para encerrar as atividades. As unidades em Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Curitiba venderam produtos pela metade do preço durante o fim de semana.

Da semana passada para cá, a empresa fechou duas das três lojas que mantinha em Fortaleza, sendo uma delas de rua e outra no Shopping Iguatemi. A companhia ainda mantém a loja do Shopping Riomar, na capital cearense.

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No fim de semana, foram encerradas as atividades de uma loja no Recife, uma em Curitiba e outra no Rio de Janeiro.

Com uma crise financeira estimada em R$ 600 milhões, a varejista contratou o escritório Alvarez & Marsal para fazer uma reestruturação financeira. Em 2021, conforme o balanço mais recente publicado pela companhia, a receita líquida foi de R$ 1,1 bilhão, patamar abaixo da pré-pandemia.

A crise da Tok&Stok começou a ser exposta quando o fundo imobiliário da gestora Vinci divulgou comunicado afirmando que estava movendo uma ação de despejo da unidade da Tok&Stok em Extrema, Minas Gerais. Segundo o fundo, a varejista estava inadimplente em relação ao aluguel do mês de fevereiro.

Em duas ocasiões, em 2019 e 2020, a Tok&Stok tentou fazer uma oferta pública inicial de ações, mas o processo não foi adiante, pelas condições do mercado.

A varejista, que tem o fundo SPX entre os acionistas, além família fundadora Debrule, possuía 65 lojas antes de iniciar a reestruturação operacional.

A Tok&Stok e o escritório Alvarez & Marsal não comentaram o assunto.

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3 comentários
  1. marcos couri ribeiro39972291553
    marcos couri ribeiro39972291553

    fechou no shopping barra em Salvador, são muito mais lojas , perda total no varejo com esta politica economica desastrosa atual

  2. Agostinho Moreira Filho
    Agostinho Moreira Filho

    Mais uma vítima do ‘fique em casa, a economia vê depois…’.

    1. carlos roberto de moura
      carlos roberto de moura

      Kkk… Todos estamos vendo a economia há 3 meses. O mais perverso é que isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres, com ou sem o “L”. Dá calafrios imaginar a econoimia que veremos depois.

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