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Senado dos EUA: Democratas tiram uma vaga dos republicanos

Partidos duelam por cadeiras para representar o Estado da Geórgia
Raphael Warnock será senador pelo Estado da Geórgia
Raphael Warnock será senador pelo Estado da Geórgia | Foto: Reprodução/Facebook

O Partido Democrata superou o Partido Republicano na disputa de uma das duas cadeiras em jogo para representar o Estado da Geórgia no Senado norte-americano. Atualmente parlamentar, a republicana Kelly Loeffler não conseguiu ser reconduzida ao cargo. No segundo turno realizado na terça-feira, 5, ela ficou atrás do democrata Raphael Warnock.

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A par de informações fornecidas pela agência de notícias Associated Press, o jornal norte-americano The New York Times dá como certa a eleição de Warnock. De acordo com o veículo de comunicação, o candidato democrata não tem mais como ser alcançado pela oponente. Com mais de 98% da eleição apurada, ele contabiliza 50,6% dos votos válidos.

Com mais de 2,2 milhões de votos recebidos, Warnock estreará na política norte-americana. Natural da Geórgia, ele conquistou fama por seu trabalho religioso. É um dos líderes da Igreja Batista Ebenezer, denominação evangélica sediada em Atlanta, capital e maior cidade do Estado do sul dos Estados Unidos — e que ajudou a eleger o também Joe Biden presidente na eleição de novembro de 2020.

Outra disputa

A vitória de Raphael Warnock faz o Partido Democrata seguir com a chance de assumir o controle do Senado norte-americano. Na outra disputa para representar Geórgia na Casa legislativa, o democrata Jon Ossoff aparece à frente do republicano David Perdue. Diante de cerca de 98% da apuração concluída, o placar está 50,19% X 49,81% a favor do integrante do partido de Biden.

Caso a vitória de Ossoff seja confirmada, o Partido Democrata, que está em vias de assumir a Casa Branca e já conta com maioria na Câmara dos Representantes, terá, na prática, o controle do Senado. Por lá, nesse possibilidade favorável a Ossoff, republicanos ficarão com 50 cadeiras. Democratas terão 48 congressistas na Casa, mas com o apoio informal de dois políticos independentes. Ou seja: tendência de 50 a 50. Em caso de empate em discussões, o voto de minerva cabe ao ocupante da vice-presidência — função que está prestes a ser ocupada por Kamala Harris.

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