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Atentado contra Trump não é surpresa completa, diz The Wall Street Journal

Para publicação, candidato republicano pode conquistar mais eleitores se defender luta pacífica

Donald Trump discursava em um evento na cidade de Butler, quando barulhos de tiros foram ouvidos na multidão por volta das 18h, horário local | Foto: Reprodução/Twitter/X/@LeadingReport
O Departamento de Segurança Interna emitiu um relatório em outubro de 2024 com críticas severas ao Serviço Secreto | Foto: Reprodução/Twitter/X/@LeadingReport

A tentativa de assassinato contra o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump representa um momento terrível para a América, mas não é uma surpresa completa. É o que afirma o The Wall Street Journal em seu editorial deste domingo, 14.

De acordo com a publicação, a hostilidade política e a retórica odiosa têm aumentado a níveis de decibéis que, com muita frequência, no passado americano, levaram à violência e à tentativa de assassinato.

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“Não é nada menos que um milagre que o Sr. Trump tenha evitado a morte por literalmente, uma polegada”, diz o jornal. “O ex-presidente não consegue deixar de pensar que a Providência desempenhou algum papel em poupá-lo, como Ronald Reagan teria pensado depois de ser baleado e sobreviver em 1981. O país também foi poupado do que poderia ter sido um ciclo furioso de retribuição.”

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No entanto, um homem foi morto e outros dois ficaram gravemente feridos em um comício que deveria celebrar a lealdade política de Trump e sua participação democrática.

Serviço Secreto deve explicações sobre atentado a Trump

“O Serviço Secreto matou o atirador, mas a pergunta óbvia é como ele conseguiu chegar ao topo de um prédio perto o suficiente para poder dar aqueles tiros no ex-presidente”, afirma o The Wall Street Journal.

Os comícios de Trump são testes severos de segurança, mas o Serviço Secreto teve anos para saber como protegê-lo nesses eventos.

Leia também: “EUA: presidente da Câmara diz que vai conduzir investigação completa sobre caso Trump”

Não basta dizer que o atirador estava fora do perímetro de segurança dos detectores de metais e revistas de bolsas. As motivações do atirador — identificado pela polícia como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos — e possíveis cúmplices podem nos dizer mais sobre como ele conseguiu chegar perto do alcance do tiro.

“Mas os líderes do Serviço Secreto têm algumas explicações a dar”, diz a publicação”. A transparência na investigação será crítica para evitar a disseminação de teorias da conspiração na direita e na esquerda.”

Na noite de sábado, as redes sociais estavam cheia de fotos anti-Trump, dizendo que o tiroteio foi encenado para ajudar sua campanha.

Leia também: “Em ligação com apoiadores, Biden disse que era a hora de ‘colocar Trump no alvo'”

O presidente Joe Biden falou ao país de sua casa de fim de semana em Delaware, como deveria ter feito, e denunciou apropriadamente a “violência política”. O mesmo fizeram os líderes de ambos os partidos políticos. “Mas as declarações valerão pouco se não forem seguidas de uma mudança de comportamento e retórica”, acrescenta o jornal.

O atirador é o único responsável por suas ações. Mas os líderes de ambos os lados precisam parar de descrever as apostas da eleição em termos apocalípticos. A democracia não acabará se um ou outro candidato for eleito.

“O fascismo não nascerá se Trump vencer, a menos que você tenha pouca fé nas instituições americanas”, afirma o The Wall Street Journal.

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“Concordamos com a declaração do ex-procurador-geral Bill Barr no sábado à noite: ‘Os democratas precisam parar com sua conversa grosseiramente irresponsável sobre Trump ser uma ameaça existencial à democracia — ele não é'”, acrescenta.

Depois deste sábado, os americanos estarão procurando por uma liderança estável e reconfortante. A foto do Trump levantando o punho enquanto era levado para fora do palco pelo Serviço Secreto com o rosto ensanguentado foi uma demonstração de fortaleza pessoal que ecoará pela campanha.

“Ninguém duvida de sua disposição para lutar, e sua declaração inicial na noite de sábado foi uma demonstração notável e encorajadora de contenção e gratidão”, diz o jornal.

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Segundo a publicação, Trump conquistará mais americanos se disser a seus seguidores que eles precisam lutar pacificamente e dentro do sistema.

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3 comentários
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    HOJE… esse movimento GLOBALISTA esta se mostrando o PIOR inimigo da Humanidade.. NÃO se ILUDAM…. é um movimento supra Estados Nacionais… é inimigo dos EUA da EUROPA da CHINA da RUSSIA e de todos os Estados Nacionais.
    NA VERDADE o plano desses empresários É a GUERRA Nuclear. Uma fez detonada.. dos escombros, eles assumem!
    É UM MOVIMENTO COORDENADO e Gogantesco de espectro GLOBAL através de células fundações e ONGs e paramilitares ou militares CHAVES na estrutura OTAN USA Europa e até na Russia e China.
    EU Chamo esse grupo de poderosos e manipuladores de políticos e Nações de StarTreek!

  2. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    O FATO É … Basta rastrear as contas que postaram o atentado como Fake… façam uma matriz… com essa matriz… façam os cruzamentos… FEITO isso… façam outro rastreamento do movimento “Vidas Negras Importam”…mesmo procedimento…vão fazendo essa metodologia e Chegaram nos culpados… os FINANCIADORES do DeepState APARELHADO da CIA FBI SNA Serviço Secreto e Departamento de ESTADO e DEFESA…
    VAI Desembocar nos 2 maiores fundos de investimentos e nos CEO das Grandes Empresas que se utilizam desses Gigantescos Fundis para se alavancarem….
    TEM de PASSAR o RODO nesses empresários.

  3. Vicente Pinheiro
    Vicente Pinheiro

    A imprensa criou com afigura de Trump um espantalho fascista, racista. misógino, russófilo e outras infâmias. É claro que cedo ou tarde ia aparecer um “justiceiro!” para eliminar a ameaça. No Brasil acontece a mesma coisa com Bolsonaro e não será surpresa se ele sofrer outro atentado.

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