A ditadura de Cuba informou neste domingo, 4, que 32 militares cubanos morreram durante a ação dos EUA na Venezuela, que terminou com a prisão do ditador Nicolás Maduro.
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“Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, país irmão, 32 cubanos perderam a vida em ações de combate”, a ditadura de Miguel Díaz-Canel.
O comunicado também foi divulgado na imprensa estatal. O ditador cubano afirmou, nas redes sociais, que os militares cubanos ajudavam a proteger as vidas de Maduro e de sua mulher, Cilia Flores, também presa pelos EUA. “Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que tombaram enfrentando terroristas em uniforme imperial, que sequestraram e removeram ilegalmente de seu país o presidente da Venezuela e esposa, cujas vidas eles estavam ajudando a proteger a pedido daquela nação irmã”.
A ditadura em queda da Venezuela também prestou homenagem aos 32 “combatentes cubanos”. Na noite deste domingo, 4, o ministro das Relações Exteriores, Yván Gil, publicou um comunicado em sua conta no Telegram, no qual afirma que os militares da ditadura amiga “deram suas vidas cumprindo seu dever”.
Trump confirmou a morte de “muitos” militares cubanos
Neste domingo, 4, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não houve mortes de militares norte-americanos, mas disse que “muitos do outro lado”, incluindo “muitos cubanos”, morreram na operação para capturar Maduro. “Muitos cubanos morreram ontem protegendo Maduro”, disse o presidente a caminho da Casa Branca, vindo da Flórida a bordo do Força Aérea Um.
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Ainda não há número oficial de mortes. Até agora, a imprensa, citando fontes da ditadura venezuelana, fala em 40 mortes. A maioria dos mortos pertencia ao Batalhão de Segurança Presidencial, segundo as reportagens. Extraoficialmente, há relatos de 80 mortes. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou que “grande parte” da equipe de segurança de Maduro foi “assassinada a sangue frio”.
Conluio entre ditaduras, diz congressista dos EUA
A congressista norte-americana María Elvira Salazar disse que a confirmação da morte dos militares cubanos na Venezuela expõe o conluio entre as duas ditaduras. “Isso confirma o que já sabíamos há muito tempo”, escreveu. “A ditadura cubana, em conluio com o narco-regime de Maduro, sequestrou a Venezuela. O narco-regime de Maduro e a ditadura cubana são uma só coisa, uma única organização criminosa.”
Segundo ela, os militares cubanos agiam como “forças de ocupação, instaladas para controlar, aterrorizar e subjugar o povo venezuelano e o hemisfério por meio da repressão, do narcotráfico e do medo”. “E muito em breve, o mundo descobrirá a que profundidade isso vai. Os tiranos protegem-se uns aos outros. E juntos, eles cairão”, escreveu Salazar.






































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E ainda tem idiotas falando em” soberania “ e com os cubanos lá dentro par defender o maduro que já não confiava nos seus próprios soldados
Que vão para os infernos esses assassinos …
Quadrilha
Uma quadrilha,ou cartel, chamado de Foro de São Paulo, por seus criadores, Fidel Castro, Chaves e Lula. Tem mais gente pra cair…..
Essa é a propalada “soberania” da nota oficial do governo amigo. Levantar esse tema na ONU com tantas provas?
Bastante plausível. Tenho um amigo engenheiro que trabalhava numa multinacional e estava alocado na filial venezuelana quando Chaves tomou o poder. Ele relatava que todos por lá viam e sabiam que a guarda pessoal e setores de inteligência do “presidente” desde aquela época era de agentes cubanos.