O retorno dos corpos dos reféns mortos pelo Hamas, depois da libertação dos 20 sobreviventes em 13 de outubro de 2025, ainda não foi concluído. Até esta sexta-feira, 17, somente sete dos 28 corpos haviam sido entregues.
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Israel declarou que só considera o acordo de cessar-fogo cumprido com a devolução completa. Ressalta que pode retomar ações militares caso isso não aconteça.
O governo israelense declarou que continuará impedindo a entrada de uma delegação turca de 81 profissionais de resgate e equipamentos pesados até a devolução de todos os restos mortais que estiverem sob controle do Hamas.
A identificação e a devolução dos corpos permitem que as famílias realizem os rituais de sepultamento. No judaísmo, o sepultamento é rápido e simples. O corpo é lavado e vestido com roupas brancas, sem adornos, e enterrado em caixão de madeira direto na terra.
Depois do enterro, a família inicia o período de luto, chamado shiva, que dura sete dias, com orações diárias e visitas de amigos e parentes.
Um dos corpos devolvidos foi o de Inbar Hayman, jovem artista, de 27 anos, sequestrada durante a invasão ao Festival Nova. Ela foi sepultada hoje, com a presença de milhares de pessoas.
Israel se prepara para receber mais um corpo
O processo da devolução também mantém a confiança no cessar-fogo e evita o colapso do acordo, monitorado pelos Estados Unidos e por outros países que foram mediadores.
A operação enfrenta obstáculos, segundo o grupo terrorista: muitos corpos estão sob escombros de prédios destruídos ou túneis colapsados em Gaza, enquanto hospitais locais funcionam parcialmente e enfrentam crises de saúde pública, segundo The Guardian.
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Pressionado, o grupo terrorista declarou que descobriu os restos de mais um refém israelense e que os devolverá às 23 horas locais. O coordenador de reféns, Gal Hirsch, passou essa confirmação às famílias, segundo a Reuters.
O recebimento será seguido de uma cerimônia militar. Depois, os corpos serão levados ao Instituto de Medicina-Legal para identificação.






































O Hamas está apenas postergando com estas desculpas esfarrapadas…!