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O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou no dia 26 de julho o rompimento das relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua, afirmando que seu governo não terá vínculos com "tiranias". Ele tomará posse em 7 de agosto e planeja fechar 14 embaixadas e 15 consulados, mantendo relações com outros países. De la Espriella também reabrirá a representação em Jerusalém e suspenderá a instalação de uma embaixada na Palestina.
O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou neste domingo, 26, o rompimento das relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua. “Em meu governo, não haverá qualquer vínculo com tiranias”, declarou. Ele tomará posse em 7 de agosto.
Na semana passada, o ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, aprovou uma reforma legislativa para impedir a participação da oposição nas eleições.
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De la Espriella também informou que fechará 14 embaixadas e 15 consulados. Ele encerrará as representações da Colômbia na Argélia, Haiti, Barbados, Hungria, Senegal, Etiópia e África do Sul, entre outras nações, mas não necessariamente romperá as relações diplomáticas com elas.
A Colômbia, por outro lado, manterá relações com os demais países e organismos internacionais. Outras embaixadas passarão a atender os colombianos nas nações afetadas pelos fechamentos.
Nova política externa da Colômbia
De la Espriella unificará escritórios diplomáticos na França e na Itália. A Colômbia mantém representações nesses países em organismos como a Unesco e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), agência da Organização das Nações Unidas.
O presidente eleito também anunciou que reabrirá a representação colombiana em Jerusalém. Além disso, suspenderá o projeto de instalação de uma embaixada na Palestina, criado pelo atual presidente de esquerda, Gustavo Petro.
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Petro rompeu as relações diplomáticas com Israel em 2024 por causa da ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Israel, porém, era um aliado tradicional da Colômbia na área de segurança.
De la Espriella afirmou que a redução da estrutura diplomática permitirá economizar recursos para reforçar a segurança. Ele também abrirá uma embaixada na Nigéria para reorganizar a presença colombiana na África.
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