Argentina: inflação alcança 51% em 2021

O presidente do país, Alberto Fernández, decidiu renovar o congelamento de preços para tentar conter o aumento dos preços
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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente, Cristina Kirchner, durante a posse presidencial - 10/12/2019 | Foto: Reprodução/Instagram/Alberto Fernández
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente, Cristina Kirchner, durante a posse presidencial - 10/12/2019 | Foto: Reprodução/Instagram/Alberto Fernández

O governo dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner vai de mal a pior. A Argentina encerrou 2021 com inflação em 51% — em dezembro, o aumento registrado foi de 3,8%, conforme o mais recente levantamento do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos, equivalente ao IBGE do Brasil.

A meta do Ministério da Economia era fechar o ano com 30% de inflação. Contudo, o atual resultado veio dentro do esperado por consultorias privadas da Argentina. Conforme o “IBGE” daquele país, o preço dos alimentos impulsionou a alta no Índice de Preços ao Consumidor do ano passado.

Trata-se do segundo maior índice registrado pelo país desde 1991. Até o momento, o recorde pertence ao ex-presidente Mauricio Macri: 53,8%, em 2019. Liberal, Macri recebeu uma Argentina endividada em razão do governo de Cristina Kirchner, acusada de maquiar dados econômicos de sua gestão.

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Congelamento de preços na Argentina

Em 12 de janeiro, o presidente Alberto Fernández anunciou a renovação do programa Precios Cuidados. Em linhas gerais, a medida estabelece valores fixos para bens de consumo cotidiano. O governo chegou a um acordo com mais de 100 empresas e 1,3 mil produtos farão parte da nova lista do programa.

Leia também: “Argentina: o eterno flerte com o suicídio”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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