publicidade
Mundo

EUA e China travam batalha por inteligência artificial, chips e 6G

Pequim se aproxima da fronteira tecnológica em setores considerados estratégicos para a economia e a segurança globais

Ilustração: Júlia Xavier/Montagem Revista Oeste/Gerado por IA
A China já responde por cerca de 27% dos gastos globais em P&D, aproximando-se dos 30% registrados pelos EUA | Foto: Revista Oeste/Gerado por IA

Em menos de uma década, a China deixou de ser vista principalmente como a “fábrica do mundo” para se tornar uma das protagonistas da corrida global por tecnologias estratégicas. Entre 2017 e 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu cerca de 65%, ao saltar de US$ 12,5 trilhões para US$ 20,8 trilhões, impulsionado por investimentos em pesquisa, inovação e setores de alta tecnologia.

A transformação ajuda a explicar por que as conversas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ditador chinês, Xi Jinping, passaram a girar menos em torno do comércio tradicional e mais sobre inteligência artificial, semicondutores, minerais estratégicos e segurança tecnológica.

Receba nossas atualizações

A Edição 323 da Revista Oeste analisa como a disputa entre as duas maiores economias do planeta entrou em uma nova fase. Se há alguns anos o foco estava no déficit comercial norte-americano e nas tarifas de importação, hoje o centro da rivalidade envolve o domínio de tecnologias consideradas essenciais para a economia e a segurança nacional.

Como a China enfrentou os EUA

A reportagem mostra que a China ampliou significativamente seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Conforme dados citados no texto, o país já responde por cerca de 27% dos gastos globais em P&D, aproximando-se dos 30% registrados pelos EUA. O avanço também se reflete nas universidades chinesas, que passaram a ocupar posições de destaque nos rankings internacionais de produção científica. A China quer se tornar uma potência global.

Um dos principais pontos de tensão está na indústria de semicondutores. Washington tenta limitar o acesso chinês às máquinas mais avançadas para fabricação de chips, enquanto Pequim acelera os esforços para desenvolver tecnologia própria e reduzir sua dependência de fornecedores estrangeiros.

A reportagem examina ainda como essa disputa influencia áreas como inteligência artificial, computação quântica, robótica, biotecnologia e a futura infraestrutura de comunicação 6G, considerada estratégica para as próximas décadas. A íntegra da análise está disponível na Edição 327 da Revista Oeste.

+ Como ler notícias do Mundo em Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade