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Argentina pode terminar o ano com metade da população na pobreza

É o que indica o Instituto Nacional de Estatísticas e Censo do país
Foto: MONTAGEM/REPRODUÇÃO/FACEBOOK
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É o que indica o Instituto Nacional de Estatísticas e Censo do país

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A Argentina pode encerrar 2020 com um indicador nada animador. Presidido pelo esquerdista Alberto Fernández desde o fim do ano passado, o país pode chegar a dezembro com um a cada dois habitantes inseridos na faixa pobreza.

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Ou seja: é capaz que os argentinos cheguem a 2021 com metade da população composta por pobres. Essa projeção é feita pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec) da Argentina, órgão vinculado ao próprio governo do país sul-americano.

A estimativa divulgada pelo Indec neste fim de semana tem como base os atuais indicadores da economia da Argentina. No primeiro semestre deste ano, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) do país recuou 13%. Além disso, o mês passado ficou marcado por 8% da população local não conseguir sequer comprar itens considerados de alimentação básica.

A pobreza argentina

Conforme destacado pelo site da revista Veja, um argentino é considerado pobre se tiver vencimentos mensais inferiores a 18.321 pesos argentinos — o equivalente a R$ 1.353 reais na conversão atual. Diante da situação, Alberto Fernández afirmou que a economia do país está “se recuperando em tempo recorde.”

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