As Três Irmãs, romance de Louisa May Alcott escrito em 1868, já foi adaptado sete vezes para o cinema, outras sete para a televisão, fora as versões para o teatro, musical e ópera. Agora chegou à Netflix a primeira adaptação produzida na Coreia do Sul. A trama envolve orquídeas misteriosas que aparecem em diversas cenas de crime e dilemas sobre a pobreza e o dinheiro.
A história está centrada em três irmãs, que possuem uma relação muito próxima. O trio, que é desamparado pelos pais, possui poucas condições financeiras. No entanto, elas se envolvem com problemas de pessoas poderosas relacionadas a uma família muito poderosa da Coreia.
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Oh In Joo, irmã mais velha, faz de tudo para proteger a família. Depois de crescer em uma zona de pobreza extrema, seu único sonho é poder viver em uma cobertura confortável com suas irmãs. Contudo, um acidente com uma de suas melhores amigas vai mudar sua vida para sempre.
Oh In Kyung, irmã do meio, é uma jornalista que acredita que o dinheiro não é tudo na vida e tenta fazer tudo da melhor maneira possível. Por meio de uma investigação iniciada no começo de sua carreira, a jovem vai chegar a um caso que ameaça suas duas irmãs.
Já a caçula, Oh In Hye, se sente pressionada perante o amor que recebe de suas duas irmãs, que trabalham muito para nada faltar a ela. A menina ainda esconde um incrível talento para a pintura que a faz entrar em uma escola de artes internacional.
Em As Três Irmãs, o apego ao dinheiro e o valor atribuído a ele é problematizado e visto de diversas formas. Afinal, como lembra a série: “Quanto alguém pode subir na vida vindo do fundo do poço?”.
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