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Neste domingo, 26, um ataque aéreo de Israel resultou na morte do coronel Wael El-Ledawi, chefe de segurança interna do Hamas, e do major Ramez Abu Zraiq, em Deir Al-Balah, na Faixa de Gaza. A informação foi confirmada por equipes médicas e pelo Ministério do Interior do Hamas. Israel afirmou ter atingido um "militante do Hamas", enquanto o grupo contestou, alegando que os bombardeios visam semear caos. Desde o início da trégua em outubro, mais de 1.
Um ataque aéreo de Israel matou, neste domingo, 26, o coronel Wael El-Ledawi, chefe do serviço de segurança interna do Hamas na região central da Faixa de Gaza, e o major Ramez Abu Zraiq, enquanto ambos viajavam em um veículo em Deir Al-Balah.
A informação foi confirmada por equipes médicas e pelo Ministério do Interior administrado pelo grupo terrorista.
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As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram apenas que atingiram “um militante do Hamas”, sem divulgar mais detalhes.
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Segundo autoridades ligadas ao Hamas, El-Ledawi comandava o serviço de segurança interna no centro do enclave palestino. O major Abu Zraiq também morreu no bombardeio, conforme as equipes médicas que atenderam a ocorrência.

Israel intensificou, nos últimos meses, os ataques contra integrantes da milícia administrada pelo Hamas.
Entre os mortos estão diversos oficiais de alto escalão. O governo israelense sustenta que muitos desses agentes fazem parte do braço armado da organização terrorista e representam ameaças iminentes às tropas das IDF que atuam em Gaza.
O Hamas contesta essa versão. Em nota, o grupo terrorista afirma que os bombardeios contra policiais e instalações de segurança têm como objetivo “semear o caos e a anarquia” na Faixa de Gaza.
Também acusa Israel de violar o cessar-fogo firmado em outubro, mediado pelos Estados Unidos.
De acordo com autoridades de saúde do Hamas, mais de 1.190 palestinos morreram em ataques israelenses desde o início da trégua.
Segundo esses órgãos, a maioria das vítimas é composta por civis. O grupo terrorista, entretanto, não costuma divulgar o número de integrantes mortos durante os confrontos.

Embora o cessar-fogo tenha reduzido os combates em larga escala, os bombardeios das IDF continuam ocorrendo quase diariamente.
No mesmo período, quatro soldados israelenses morreram em ataques realizados por terroristas na Faixa de Gaza.
Gaza permanece devastada
Israel exerce controle efetivo sobre cerca de 64% da Faixa de Gaza, devastada por quase dois anos de ofensiva militar iniciada em resposta ao ataque promovido pelo Hamas contra o sul de Israel, em 2023.
Grande parte dos cerca de 2 milhões de habitantes do território vive concentrada em uma estreita faixa do litoral.
A população enfrenta condições precárias em tendas improvisadas ou edifícios danificados, enquanto o Hamas mantém o controle administrativo do enclave.
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