A Confederação Israelita do Brasil (Conib) manifestou apoio a Israel e aos Estados Unidos depois da ofensiva coordenada contra o Irã neste sábado, 28.
Em nota, a entidade afirmou que Israel tem o “direito de combater o terrorismo” e classificou o regime iraniano como o “principal patrocinador estatal do terrorismo”, citando apoio a Hamas, Hezbollah e Houthis.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu a operação como “massiva e contínua” e disse que o objetivo é defender o povo americano das “ameaças do governo iraniano”. Segundo ele, a ação busca destruir mísseis e impedir que o Irã obtenha armas nucleares.
Em retaliação, o regime iraniano lançou ataques contra bases americanas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait. O país também disparou dezenas de drones contra Israel.
Leia a nota na íntegra
A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) manifesta seu apoio a Israel e a sua população neste momento em que os Estados Unidos, com apoio de Israel e aliados da região e da Europa, lançam operações contra a ditadura teocrática do Irã. Há 47 anos, o regime iraniano adota uma política externa baseada na destruição de Israel, na desestabilização regional, no financiamento de grupos terroristas e na promoção da violência contra seus vizinhos e contra o próprio povo iraniano. O regime iraniano é hoje o principal patrocinador estatal do terrorismo, financiador do Hamas, do Hezbollah, dos Houthis, que não só buscam a destruição de Israel e dos judeus como oprimem as próprias populações sob seu domínio. O cenário atual é consequência direta dessa estratégia destrutiva do regime teocrático iraniano.
É fundamental distinguir o regime iraniano de seu povo, que recentemente se levantou contra o regime e foi brutalmente massacrado – com estimativas de mais de 30 mil iranianos mortos na repressão.
A CONIB segue defendendo o direito de Israel de combater o terrorismo e garantir a segurança de seus cidadãos.
EUA e Israel lançam bombas em ofensiva conjunta contra o Irã

Explosões registradas em Teerã e em outras quatro cidades na madrugada deste sábado, 28, marcaram o início de uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. O ataque ocorre depois de semanas de discussões bilaterais sobre o programa nuclear iraniano, que ainda não resultaram em acordo.
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Autoridades militares norte-americanas sugerem que a operação, batizada pelo Pentágono de “fúria épica”, pode se estender por vários dias. O presidente Donald Trump afirmou que a iniciativa busca “defender o povo americano”, enquanto forças dos EUA utilizam tanto meios aéreos quanto marítimos nos bombardeios.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou à imprensa local que a ação busca “eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã” e “criar condições para que o povo iraniano tome as responsabilidades do seu destino”. No mesmo sentido, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou a ofensiva como “ataque preventivo”.
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