O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou uma ordem executiva que exige a vacinação de funcionários do Poder Executivo, incluindo a Casa Branca, e de todas as agências federais. Quem se negar, poderá sofrer penalidades, como demissão. A medida compõe um plano do governo, que inclui regulamentação para obrigar empresas com mais de 100 trabalhadores a imunizar toda a força de trabalho ou submetê-la a testes semanais de coronavírus. Os novos esforços devem afetar mais de 100 milhões de pessoas.
“Ser vacinado não é uma questão de liberdade ou escolha pessoal”, declarou o democrata, na quinta-feira 9. “Significa se proteger e proteger as pessoas ao seu redor”, acrescentou. “Todos pagamos pela rejeição à vacina. Por favor, façam a coisa certa”, disse, ao mencionar que os imunizantes são seguros e que sua “paciência está se esgotando”. Conforme noticiou a Revista Oeste, há registros de pessoas que foram a óbito depois de se vacinarem contra o novo coronavírus, além de efeitos colaterais adversos ainda em estudo.
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Publicada em agosto deste ano, pesquisa da consultoria Kaiser Family Foundation revelou que 34% dos adultos na faixa etária de 18 a 29 anos disseram que gostariam de esperar antes de serem vacinados, e outros 15% disseram que não tomariam a vacina de jeito nenhum.
Leia também: “O fiasco de Joe Biden”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 74 da Revista Oeste






































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