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Brasil participa de exercício militar com EUA e outras 18 nações

As atividades acontecem nas cidades de Cartagena, Coveñas e Barranquilla, na Colômbia

Exercício Militar
O Unitas, que em latim significa unidade, unido ou unicidade, foi concebido em 1959 | Foto: Divulgação/Redes sociais

A Marinha do Brasil e os Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (EUA) chegaram a Cartagena, na Colômbia, para participar do Unitas 2023, o exercício militar e marítimo multinacional mais antigo do mundo. O treinamento começou na terça-feira 11.

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Entre as nações participantes estão: Alemanha, Belize, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia (anfitriã do encontro), Coreia do Sul, Equador, Espanha, França, Honduras, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru, Reino Unido, República Dominicana e Uruguai. Ao todo, serão 26 navios de guerra, três submarinos, 25 aeronaves — entre aviões e helicópteros — e aproximadamente 7 mil militares.

Nos exercícios, as forças militares irão participar de treinamentos na costa de Cartagena, no mar, e, em terra, nas cidades de Coveñas e Barranquilla. A 64ª edição do Unitas será realizada até o dia 21 de julho.

“Utilizando recursos aéreos, de superfície, subsuperfície e não tripulados, além de unidades terrestres, o Unitas proporciona à força multinacional um ambiente desafiador para a realização de treinamento em todo o espectro de operações marítimas”, afirmou o contra-almirante Jim Aiken, comandante das Forças Navais do Comando Sul, 4ª Frota dos Estados Unidos.

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“O Unitas fortalece as parcerias marítimas, aumenta a proficiência e melhora a interoperabilidade das forças participantes, e é por isso que tantas nações parceiras estão participando neste ano”, disse Aiken.

Exercícios militares envolvem todas as Forças Armadas

Durante esse período de realização do Unitas, fuzileiros navais, marinheiros e demais soldados realizarão eventos de treinamento expedicionários, incluindo operações ribeirinhas e de mergulho e salvamento. As Forças Armadas multinacionais testarão todas as operações de guerra, incluindo exercícios de fogo real, desembarque anfíbio e retração de forças.

“Fuzileiros navais e marinheiros de todos os Estados Unidos viajaram para a Colômbia não apenas para treinar ao lado das Forças Armadas de nossas nações parceiras, mas também para aprimorar as habilidades necessárias para operar como parte de uma força marítima maior, focada no controle e na negação do mar”, declarou o vice-almirante David G. Bellon, comandante das Forças do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.

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