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A seleção brasileira foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 ao perder para a Noruega por 2 a 0, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no domingo, 5. Erling Haaland marcou os dois gols da partida no segundo tempo. O Brasil teve uma chance de gol com um pênalti, mas Bruno Guimarães teve seu chute defendido. Esta é a pior campanha do Brasil em Copas desde 1990, e a seleção não conquista o título desde 2002. A Noruega avança para as quartas de final, enfrentando o vencedor de México x Inglaterra.
A seleção brasileira foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 neste domingo, 5, ao perder para a Noruega por 2 a 1 no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Erling Haaland marcou os dois gols da partida, aos 33 minutos do segundo tempo e nos minutos finais, antes dos 45. Em um pênalti, nos acréscimos, Neymar cravou o único ponto do Brasil na partida.
O primeiro tempo terminou sem gols. O Brasil teve a melhor chance da etapa inicial em uma cobrança de pênalti, mas o goleiro Ørjan Nyland defendeu o chute de Bruno Guimarães.
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Esta foi a pior campanha do Brasil em Copas desde 1990, quando a seleção acabou eliminada pela Argentina também nas oitavas de final. Desde então, o time havia chegado ao menos às quartas em todas as edições do torneio. A seleção não conquista o título mundial desde 2002.
A Noruega, que venceu o Brasil por 2 a 1 na Copa de 1998, segue sem perder para a seleção brasileira na história das Copas. O time de Stale Solbakken alcança pela primeira vez as quartas de final de um Mundial e enfrenta o vencedor de México x Inglaterra, que jogam ainda neste domingo, às 21h (horário de Brasília).
Como foi a campanha da seleção
O Brasil chegou invicto à partida, depois de um empate com o Marrocos e vitórias sobre Haiti, Escócia e Japão. O time jogou sem Lucas Paquetá, cortado por lesão na coxa esquerda.
A partida foi disputada sob sensação térmica próxima dos 40 graus, em estádio sem climatização, horário que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) chegou a estudar alterar por causa da onda de calor na costa leste americana.
Esta foi a primeira Copa do Mundo de Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira. O técnico italiano assumiu o cargo em 2025.
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A culpa é do Lula. Ele é pé frio e se a China estivesse na copa ele torceria para os comunistas. O Brasil faz tempo já perdeu sua mágica por vários motivos. Espero as narrativas dos especialistas. O Brasil, na fase de classificação ficou com o 5º lugar, atrás do Paraguai, Uruguai, Colombia e Argentina. O pior resultado de eliminatórias. Nós aqui vamos sofrer e os jogadores vão pra casa com suas loiras e seus jatinhos. Os melhores fão para a Europa e estamos só com jogadores estrangeiros e nossa prata da casa fica por aqui e nem é convocado: Pedro, Yuri Alberto e até o Mandaca do Juventude e o lateral esquerdo do Bragantino. JOgadas pela direita, só por milagre.
O DURO CHOQUE DA REALIDADE !
DARIA PRA DIZER QUE ACABOU O PÃO E O VINHO , MAS O BRASIL HOJE ESTÁ MAIS PRA CACHAÇA E RAPADURA….
A Seleção Brasileira e o PT colidem hoje no mesmo precipício: a obsolescência de seus próprios mitos.
Em campo, a Seleção é o reflexo de um projeto esvaziado, onde o talento individual é sufocado pela desorganização tática e por uma gestão que prioriza a manutenção de privilégios em vez da renovação.
Já na política, o PT definha ao trocar a utopia de mudança pelo pragmatismo do desgaste, arrastando o peso de uma imagem deteriorada por décadas de corrupção, centralização e contradições éticas.
Enquanto o torcedor assiste a um time sem alma e o eleitor observa um partido sem rumo, resta apenas a melancolia de ícones que, ao se desconectarem da realidade, perderam a capacidade de inspirar ou de governar com eficácia.
No fundo, camisa e bandeira hoje tremulam apenas como estandartes de uma indecente obsolescência compartilhada com um país desesperançoso e desacreditado.
Timeco sem sem: sem qualidade e sem vontade. Reflexo do país.
A Seleção Brasileira e o PT colidem hoje no mesmo precipício: a obsolescência de seus próprios mitos.
Em campo, a Seleção é o reflexo de um projeto esvaziado, onde o talento individual é sufocado pela desorganização tática e por uma gestão que prioriza a manutenção de privilégios em vez da renovação.
Já na política, o PT definha ao trocar a utopia de mudança pelo pragmatismo do desgaste, arrastando o peso de uma imagem deteriorada por décadas de corrupção, centralização e contradições éticas.
Enquanto o torcedor assiste a um time sem alma e o eleitor observa um partido sem rumo, resta apenas a melancolia de ícones que, ao se desconectarem da realidade, perderam a capacidade de inspirar ou de governar com eficácia.
No fundo, camisa e bandeira hoje tremulam apenas como estandartes de uma indecente obsolescência compartilhada com um país desesperançoso e desacreditado.
demorou, pensei que seria antes