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O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, chegou a Washington no dia 5 de julho para se opor a um imposto de 25% proposto pela gestão Trump, que deve ser decidido até 15 de julho. Em sua chegada, criticou Luiz Inácio Lula da Silva, que fez um gesto ofensivo durante um discurso. Esta é a sexta visita de Flávio aos EUA em 2026, e ele protocolou um relatório pedindo que a taxação seja adiada até após as eleições brasileiras. Lula reagiu, acusando os Bolsonaro de traição.
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro desembarcou em Washington neste domingo, 5, para tentar travar a aplicação de tarifas contra o mercado nacional. O parlamentar do PL vai discursar no escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) contra a cobrança de um imposto extra de 25% planejado pela gestão de Donald Trump. O governo americano deve anunciar o martelo final sobre o imposto até o dia 15 de julho.
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Logo que chegou à capital americana, Flávio Bolsonaro rebateu o comportamento recente de Luiz Inácio Lula da Silva na chefia do Executivo. O petista mostrou o dedo do meio para a plateia na sexta-feira 3, dentro do Palácio do Planalto, enquanto discursava sobre o consumo da população de baixa renda. “Enquanto o atual presidente manda o dedo do meio para o povo brasileiro, eu vim à Washington defender os brasileiros”, declarou o senador.
Memorando de Flávio irrita o Planalto e gera acusação de traição
A viagem marca a sexta ida de Flávio ao território americano apenas este ano. Na semana passada, o senador protocolou um relatório de 86 páginas na agência de comércio americana. O documento sugere que a Casa Branca adie qualquer punição econômica para depois do pleito brasileiro, sob o argumento de que a taxação imediata daria fôlego político e narrativa de perseguição a Lula.
O petista reagiu com fúria aos movimentos do oposicionista no exterior e acusou os integrantes da família Bolsonaro de agirem como “entreguistas” e “traidores da pátria”. O presidente da República declarou que o grupo político tenta submeter a soberania nacional aos interesses financeiros de Washington. A oposição nega o boicote e afirma que o canal direto com o partido de Trump evita o isolamento do país.
Oposição terá cinco minutos para frear tarifas na Casa Branca
O cronograma do comitê americano reservou um espaço de cinco minutos de fala para o parlamentar brasileiro no painel desta segunda-feira, 6, a partir das 11h no horário de Brasília. Flávio Bolsonaro adiantou que pretende prometer uma relação de igual para igual com a Casa Branca caso vença a corrida presidencial, descartando a necessidade de barreiras fiscais. O ex-diretor da OMC Roberto Azevêdo também integra a comitiva de defesa para representar a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Antes de acompanhar a partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo contra a Noruega, o senador gravou uma transmissão de vídeo ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro. Os filhos do ex-presidente ironizaram o cenário econômico e a paralisia do comércio exterior do atual governo. O pré-candidato provocou os apoiadores na internet ao perguntar se o eleitorado tem mais medo do atacante Erling Haaland ou da permanência do PT no poder por mais quatro anos.
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DEIXARAM O ESTAGIÁRIO FAZER A MATÉRIA ?
SENADOR GOVERNISTA ?
PUTZ OESTE !!!